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Melhor do clássico, meia vibra com vitórias e Rafinha no São Paulo
Eleito o melhor em campo no último clássico, o meia Marcos Antônio não escondeu a satisfação com o atual momento do São Paulo em 2026. Após a vitória que consolidou a boa fase da equipe, o jogador destacou o equilíbrio coletivo do elenco e a importância de somar pontos em jogos de alta pressão. Para o meia, o desempenho individual é reflexo da confiança depositada pela comissão técnica e do entrosamento que o grupo vem adquirindo neste início de temporada.
Um dos pontos centrais da fala de Marcos Antônio foi a influência de Rafinha dentro do vestiário e nas quatro linhas. O meia descreveu o lateral como um “líder nato”, cuja experiência é fundamental para guiar os jogadores mais jovens e manter a concentração nos momentos críticos das partidas. Segundo o camisa 20, ter uma figura com o currículo de Rafinha ajuda a blindar o elenco e a transmitir a mentalidade vencedora necessária para a disputa de grandes títulos.
“Muito feliz pela vitória. Sabíamos que estávamos devendo, mas nos últimos dois jogos demos a vida porque sabemos que somos grandes. Merecemos estar lá em cima. Vamos continuar lutando pelo nosso São Paulo e fazer o melhor por nós todos”
O reconhecimento como o destaque do clássico coroa uma sequência positiva de Marcos Antônio, que tem se firmado como o motor do meio-campo tricolor. Além de ditar o ritmo do jogo, o atleta tem sido elogiado pela capacidade de transição entre defesa e ataque, ajudando a municiar os artilheiros Calleri e Luciano. O jogador enfatizou que o prêmio individual é secundário diante do objetivo maior de manter o São Paulo no topo das competições que disputa.
“Com toda certeza [se Rafinha vem fazendo a diferença]. O Rafa é um paizão, veio para poder nos ajudar, estamos muito felizes com a presença dele. É um líder, mesmo em um cargo acima do nosso, não como atleta. Temos total respeito pelo Rafa e agradecemos muito por ele estar aqui com a gente”
Com a vitória garantida, o São Paulo agora vira a chave para os próximos desafios do calendário. Marcos Antônio ressaltou que, embora a comemoração seja válida pela importância do clássico, o grupo mantém os pés no chão, sabendo que a temporada 2026 é longa e exigente. A manutenção dessa postura focada, aliada à liderança de nomes experientes, é a aposta do clube para buscar o protagonismo em nível nacional e internacional.
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Resumo da Coletiva: São Paulo x Santos (Paulistão 2026)
Mudança de Postura e Sequência de Clássicos
[04:27] Ao ser questionado se concorda com Luciano sobre a “virada de chave” após o jogo contra o Flamengo, Crespo destaca que é “inacreditável” que ainda estejam em janeiro e já tenham enfrentado Corinthians, Palmeiras, Flamengo e Santos. Ele afirma que o equilíbrio emocional e físico leva tempo, mas que a vitória contra o Flamengo criou sensações boas e que a evolução do time é natural devido à união do grupo.
A Adaptação de Danielzinho
[06:31] Sobre a rápida adaptação e importância de Danielzinho, Crespo elogia a humildade do jogador. Diz que ele “chegou em silêncio”, com muita vontade de trabalhar, e que “falou antes e fez depois”, ganhando o respeito de todos ao demonstrar em campo a importância de vestir a camisa do São Paulo.
A Chegada de Rafinha à Comissão
[08:02] Perguntado sobre o papel de Rafinha (comparado ao de Muricy), Crespo se diz muito contente. Ressalta que Rafinha conhece bem o ambiente e os jogadores, ajudando muito no dia a dia por ser carismático e positivo. Crespo menciona que ambos têm trajetórias e experiências de vida parecidas, o que facilita o entendimento.
Departamento Médico e Planejamento Físico
[09:41] Sobre as mudanças no Departamento Médico e prevenção de lesões, o treinador confirma que entenderam ser necessária uma mudança. Ele admite que é difícil alterar um sistema dinâmico com jogos a cada três dias, mas que os resultados atuais são positivos e pedem serenidade.
[10:41] Quanto ao ritmo de jogo e físico após quase um mês de trabalho, Crespo explica que estão tentando equilibrar o elenco; alguns atletas atingem a forma rapidamente por característica, enquanto outros precisam de mais tempo.
A Força do Morumbi
[11:40] Sobre a imposição do time em casa, Crespo celebra o público de 50.000 pessoas. Ele diz ficar feliz em ver a união entre time e torcida, afirmando que o Morumbi tem uma atmosfera especial e que, quando estão unidos, “é difícil jogar contra o São Paulo”.
Variações Táticas e Falta de Treino
[12:54] Questionado sobre como treinar variações táticas sem tempo (apenas jogos), Crespo reitera que o Paulistão serve como uma pré-temporada para testes. Ele explica que as mudanças no segundo tempo (contra o Santos com 10 homens) já eram familiares aos jogadores. A estratégia foi dar amplitude e colocar jogadores como Lucas Moura, Luciano e Danielzinho entre as linhas para desgastar o adversário.
Desempenho de Lucas Moura
[16:05] Sobre Lucas parecer mais cômodo em campo, Crespo diz que ele merece, pois é um grande jogador. O técnico explica que o cenário do jogo (10 contra 11) favoreceu, permitindo que Lucas encarasse o um contra um, e reforça a confiança de que ele voltará à sua melhor forma.
Tapia: O “Talismã” em Clássicos
[17:10] Sobre Tapia marcar gols em clássicos e sua entrega, Crespo destaca a característica de luta do jogador. Diz que ele é uma garantia de esforço, cria “mau humor” nos adversários e é um protagonista sério e profissional do grupo.
Interesse em Marcos Antônio
[18:14] Perguntado sobre o suposto interesse do Flamengo em Marcos Antônio, Crespo trata com naturalidade: “Times com dinheiro querem comprar quem joga bem”. Ele diz que a diretoria saberá colocar o preço e esperar.
Conselho para Alisson (Reintegração)
Um repórter pede um conselho para Alisson (que busca recuperar a imagem com a torcida), citando a experiência de Crespo jogando por rivais na Itália (Inter e Milan). Crespo afirma que o único jeito é “trabalhar e jogar bem”. Ele diz que se Alisson esquecer o erro, treinar bem e mostrar serviço em campo, a torcida passará a respeitá-lo novamente.
Geralmente eu não vejo as coletivas. Achei um ótimo resumo e me ajudou muito. Obrigado
Eu já tinha visto a entrevista, de fato foi muito boa.
O presidente Harris, justifica para entrar no lugar do quadrilha e destruidor Júlio Casares, contratou o Rafinha, salvou o São Paulo Futebol Clube. Dois jogos (Flamengo e Santos), os jogadores deixaram no campo a alma. O presidente precisa demitir os membros da quadrilha. Leopoldo II
vi ontem ao vivo esse cara jogando, joga mt, tá em todo lugar do campo, faz função defensiva e ofensiva.
Q semana ótimo pra todos nós São Paulinos.
O presidente tem que pagar os jogadores a qualquer custo.
Pode cortar festa junina e manda o Oscar receber na justiça. Kkkk