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Melhora? 72 árbitros profissionais terá a CBF para apitar partidas dos torneios nacionais
A CBF anunciou um programa de profissionalização da arbitragem com o objetivo de transformar a atuação dos árbitros no futebol brasileiro, especialmente nas competições nacionais como o Campeonato Brasileiro. A iniciativa prevê que estes profissionais deixem de trabalhar apenas por escalação pontual e passem a ter vínculo mais estruturado com contratos, remuneração regular e dedicação prioritária à função de apitar partidas. Segundo o comunicado oficial, os árbitros passarão a receber salários mensais, taxas variáveis e bônus por desempenho, e deverão se dedicar prioritariamente à atividade, aproximando o modelo brasileiro dos sistemas mais rígidos observados em outras partes do mundo.
A proposta insere um núcleo de profissionais de arbitragem que, inicialmente, será composto por um número significativo de árbitros habilitados para atuar nos torneios nacionais, embora os números exatos e a forma de expansão por categorias ainda estejam sendo discutidos internamente pela CBF. A medida faz parte de um esforço contínuo iniciado em 2025 com a formação de um Grupo de Trabalho voltado à profissionalização da arbitragem, que reúne clubes das Séries A e B, especialistas nacionais e internacionais, e entidades representativas da categoria, com o objetivo de modernizar a formação, o preparo e o suporte técnico aos árbitros brasileiros.
Historicamente, árbitros no Brasil recebiam por jogo apitado e não dispõem de um ambiente de treino e desenvolvimento contínuo semelhante ao de atletas profissionais — o que, para críticos e especialistas, sempre foi um fator que dificultou a padronização das decisões em campo e contribuiu para críticas recorrentes sobre inconsistências na arbitragem. A introdução de contratos de trabalho com salário fixo, treinamento semanal, apoio psicológico, nutricional e físico representa uma tentativa de reduzir essa lacuna estrutural, dando mais estabilidade e preparo para os juízes que atuam nas principais competições do país.
A profissionalização dos árbitros é vista por muitos dirigentes e analistas como uma das principais medidas para melhorar a qualidade e a credibilidade das decisões em campo, além de alinhar o futebol brasileiro às melhores práticas internacionais. A implementação gradual desse novo modelo a partir de 2026 pretende criar um ambiente mais técnico e menos sujeito a falhas, com profissionais focados exclusivamente no ofício de apitar. Essa reformulação pode ter impacto direto no nível dos campeonatos nacionais e na confiança dos clubes e torcedores no trabalho da arbitragem nos próximos anos.
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Não acredito em nada da CBF lixo
Lixos recebendo Salarios e bônus meu Deus
Eu me surpreendi e, a princípio, acho uma boa ideia sim!!!
O problema é o material humano (árbitros), só ver pela lista dos tais “profissionais” (Ramon Abatti Abel Ferreira, Wilton Sampaio, Edina Alves, Candançan, Daronco), ou seja, só tranqueira!!!!
Se o bônus ou salário fosse atribuído de acordo coma arbitragem, quem sabe surtisse efeito.
Por exemplo, um árbitro que comete um erro grotesco, ter seu bônus/salário diminuído, e com isso seu score para apitar uma maior quantidade de jogos também ser diminuída, poderia fazer com que eles sentisse no bolso a responsabilidade e talvez apitassem com um critério melhor.
É duro consertar qualquer coisa corrompida, leva gerações…
” remuneração regular e dedicação prioritária à função de apitar partidas. ” PRIORITÁRIA ??? ou exclusiva ?????????? JUIZ tem que ser só JUIZ agora ou não vai adiantar NADA ! E com o material humano que temos haja paciência
E o tal Ramon Abatti está na lista da CBF depois de tudo oq aprontou, não vou me surpreender se escalarem ele pra apitar outro jogo do SPFC e nos prejudicar novamente.
E ninguém da diretoria do SPFC vai falar nada, novamente vão engolir a seco?
Depois querem que o torcedor lote o estádio pra apoiar o time sabendo que eles próprios são coniventes e não defendem os interesses do clube, já falei, se depender de mim vão passar fome não dou mais dinheiro pra gente omissa.
Remuneração nunca foi problema para esses caras, o que ganham por jogo é muito, uma partida da libertadores já garante mais do que 99% da população brasileira ganha por mês.
São ruins e mal intencionados mesmo.
Agora é tarde, podem tentar o que quiser, o tanto que o cara vai ganhar do mercado negro de bet pra direcionar uma partida, nenhum valor da CBF vai conseguir cobrir.
E nem me venham falar de honestidade de brasileiro, porque por amostragem pelo menos uma boa parcela é desonesta, e não vai ser diferente com os árbitros…
Fato.
“Ah mas é mais que 80% do Brasil” tá e daí. O cara pode ganhar mais que 80% do mundo inteiro se der um jeitinho. No pior dos casos não vai ficar na jaula muito tempo mesmo, nem vai ter que ressarcir ninguém já que o prêmio vai direto pra paraíso fiscal em cripto e pra todos os efeitos ele não tem nada penhorável.
Se desembargador que tem mês que ganha 500 paus se mete com merda errada pela incerteza da impunidade (ou deveria dizer prêmio da aposentadoria compulsória) imagina um juizeco de futebol de bosta recebendo essa mixaria aí. E de uma confederação que movimenta bilhões e poderia muito bem pagar muito mais que isso.
Tem que ser muito ingênuo pra acreditar que isso vai mudar alguma merda.
Boa iniciativa, mas precisa renovar os quadros também.