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Como ficam as decisões do futebol do São Paulo agora na Era Massis
O cargo de diretor de futebol do São Paulo que tem sempre um conselheiro acompanhando o processo do clube permanece vago desde que Carlos Belmonte pediu afastamento em 27 de novembro de 2025, um dia após a goleada de 6 a 0 sofrida para o Fluminense. Desde então, o departamento de futebol ficou sob comando do executivo Rui Costa e do coordenador Muricy Ramalho, sem a presença de uma figura política no cargo.
A instabilidade política no Morumbi tem prejudicado diretamente o planejamento para 2026. Alguns jogadores demonstraram receio em fechar acordos diante do cenário conturbado nos bastidores, comprometendo o cronograma de reforços.
A saída de Belmonte foi marcada por divergências políticas e financeiras com a gestão Casares. O ex-diretor criticou publicamente o orçamento de 2025 aprovado pelo clube, classificando os números como “irreais” e baseados em dados de 2022, desatualizados em relação ao cenário atual de receitas e custos. A chegada de Márcio Carlomagno como superintendente de futebol, provável candidato da situação para as eleições, também gerou atritos, principalmente pela boa relação que Belmonte mantinha com os atletas.
Com a posse de Harry Massis em 17 de janeiro de 2026, os principais desafios incluem a unificação política do clube, a gestão da crise financeira e a remontagem do elenco. O então presidente Julio Casares havia afirmado que não haveria mais conselheiros no comando do futebol, e que o setor seria tocado apenas por profissionais. A expectativa é que as negociações travadas nos últimos dias ganhem andamento com a diminuição da instabilidade política. E nomes de comando sejam escolhidos com as novas diretrizes da Era Massis.
A priori, o Blog do São Paulo ouviu que nenhuma mudança será feita no Departamento. Mas, que cada decisão será comunicada ao Novo Presidente para chancelar. Qual sua opinião?
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Só espero que não vendam mais moleques da base, a não ser por propostas realmente irrecusáveis, efetivamente capazes de nos tirarem do buraco. A torcida não aguenta mais ver nossos moleques negociados abaixo do valor mercado,
Sobre a negociação Alisson/Martínez:
Ele tomou muitos cartões, mesmo sendo jogador de um dos times mais ajudados pela arbitragem.
Imaginem jogando no nosso time, sem força nenhuma de bastidores/mídia e com a politicagem fazendo com que o futebol seja deixado de lado.
Quem “cuidará” dos “”pobres meninos”” que ganham milhões e não respeitam regras.
O Alisson vinha jogando muito até mesmo com o Zubeldia, mas perdeu muito espaço com Crespo. Difícil qd um jogador não se encaixa no esquema tático do treinador, mas acho que o Alisson não deveria ser vendido. Num jogo mais engessado, ele seria de grande valia. Num jogo de correria realmente não se encaixa.
Massis será o presidente tampão (cumprirá o restante do mandato que era de Casares) e também será o presidente “Tampax” (chega com a missão de estancar a sangria).
Já que não dá pra mudar muito o sistema político (por enquanto) eu tomaria apenas uma ação que agradaria o sistema e a torcida.
Chamaria hoje o Luiz Cunha para gerir TODO o departamento de futebol.
O homi é bala ardida e faria toda a limpeza necessária. Inclusive a redução de gastos necessárias.
Também ofereceria 100 pila de bicho pela vitória hoje. Pra chegar chegando…
Massis parece perdido. Provavelmente vai aprovar tudo o que lhe parecer razoável. Não deve pensar em mudança até se inteirar de tudo. E quando pensar em mudar, o mandato já estará no final.
Deixar o medíocre e investigado do Ruim Costa na diretoria de futebol será um erro crasso do Massis. Tem que demitir todos os contaminados dessa diretoria
Manda o Ruim Costa e o Muriçoca Trabalho embora, qualquer um soma mais que esses dois.
O Muriçoca, quer fazer tres cirurgias eletivas e receber até o final do ano.
Chega de jogar dinheiro fora.
Minha opinião é que olhando de fora e leigo como eu, parece que até o momento mudou-se apenas as caras, porque o modus operandi no geral irá continuar o mesmo.
Na situação em que se encontra nosso clube, alguém com intenção verdadeira de mudar o rumo já teria de chegar com o pé na porta propondo reformas profundas em direção a profissionalização e possivelmente SAF.
Mas o que vemos são discursos que demonstram que o maior interesse é não tirar o poder das mãos dos cardeais.
Enfim, a fé é a única coisa que a mim, particularmente, ainda resta
O Rui Costa precisa ter liberdade. Ele é profissional, não está livre de erros, precisa ser fiscalizado,mas, acima disso, precisa ter liberdade e confiança.
A diretoria precisa analisar o trabalho dele e blindar de pressões da torcida até um limite que estipularem.
Não dá mais para o clube ser tocado por um tiozão que quer reviver 2004,mas não sabe nem o desempenho dos alvos, situação de lesão,etc.
Se o Rui Costa não agradar, demite e traz outro PROFISSIONAL. Chega desses associados que querem brincar de dirigente.