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Logística do Brasileirão 2025 privilegia São Paulo, demais paulistas e cariocas
O mapa de deslocamentos mostra que a logística do Brasileirão 2026 favorece fortemente clubes de São Paulo e do eixo Sudeste, que viajam bem menos que a média nacional, enquanto Remo, nordestinos e times fora desse eixo enfrentam carga muito maior de viagens.
Pela tabela de deslocamentos estimados da Série A 2026, feita pelo perfil futebol_em_numeros e replicada pelo Canal GOAT, os extremos são:
- Remo: 95.000 km (maior deslocamento do campeonato).
- Bahia e Vitória: 55.000 km cada, segunda maior quilometragem.
- Clubes de São Paulo (Palmeiras, Corinthians, Santos, São Paulo) e alguns cariocas: na faixa de 22.500 a 23.300 km, ou seja, menos de um quarto do que o Remo e bem abaixo dos nordestinos.
A própria discussão em redes sociais destaca que um clube pode viajar “4,2 vezes mais km do que outros” sob a “fórmula mais justa”, apontando justamente Remo versus grandes do Sudeste.
- Concentração geográfica: a maioria dos participantes está no Sudeste e Sul; quem está em São Paulo ou Rio encontra boa parte dos adversários num raio menor, enquanto Remo, Bahia, Vitória e outros precisam cruzar o país repetidas vezes.
- Infraestrutura de voos: times da capital paulista têm voos diretos para quase todos os destinos, o que reduz conexões, tempo de viagem e desgaste; já clubes de cidades menores (como Mirassol e Belém) dependem de conexões em São Paulo ou outros hubs.
Na prática, isso significa que São Paulo, demais paulistas e boa parte dos cariocas entram em campo com uma logística muito mais favorável: menos horas em deslocamento, menos conexões e menor impacto físico ao longo da temporada, enquanto Remo, Bahia, Vitória e outros lidam com uma maratona de viagens desproporcional.
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Coitado do Remo, o principal candidato a rebaixamento na série A de 2026
Nunca pensei em analisar esse tipo de coisa.
Realmente é desafiador. Por isso acho que muita comparação com relação à logistica europeia não faz sentido, o Brasil geograficamente é praticamente do tamanho da Europa e se não contar os escandinavos deve ser maior.
Brasil é um país continental com uma disparidade econômica entre regiões e estados, fica complicado mesmo para times de regiões mais afastadas do eixo Sudeste e Sul.