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Clubes e torcedores estão insatisfeitos com formato Champions do Paulistão
A Federação Paulista de Futebol lançou o Paulistão de 2026 na noite desta terça-feira (11), no Pacaembu, após congresso técnico entre os 16 clubes participantes. O campeonato começa no dia 11 de janeiro, e a previsão de encerramento é no dia 8 de março.
Na primeira fase da competição, cada time jogará oito partidas – quatro em casa e quatro fora -, em sistema inspirado na UEFA Champions League.
Os adversários do São Paulo foram definidos em sorteio, atendendo a critérios de potes pré-estabelecidos: Santos, Palmeiras, Corinthians, Mirassol, São Bernardo, Portuguesa, Ponte Preta e Primavera. A ordem e os mandos dos jogos serão definidos posteriormente pela FPF.
Ao final da primeira fase, os oito melhores avançam para as quartas de final, em jogo único, com empates decididos nos pênaltis. As semifinais também serão em partida única, e a decisão do campeonato está programada para o dia 8 de março.
A edição de 2026 do Paulistão foi anunciada sem que a competição tenha, até o momento, um patrocinador de naming rights. A ausência desse acordo pode impactar diretamente na distribuição das cotas destinadas aos clubes participantes do próximo Estadual.
Inicialmente, existe a previsão de uma redução de até 25% nos valores pagos às equipes em 2025.
O cenário, no entanto, ainda pode mudar caso a Federação Paulista de Futebol (FPF) consiga firmar parceria com uma empresa para assumir o nome do campeonato e contribuir com a composição do montante a ser repassado aos times.
Na edição deste ano, Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo receberam igualmente R$ 44 milhões cada. As demais equipes ganharam quantias menores.
Além da cota fixa, também houve repasse atrelado ao desempenho.
O campeão Corinthians, por exemplo, arrecadou R$ 54 milhões — valor que inclui R$ 5 milhões de premiação pela conquista e outros R$ 5 milhões provenientes de ações de marketing.
Embora a possibilidade de alguns clubes do interior não enfrentarem os grandes em casa tenha causado certo desconforto, o principal impasse da reunião entre as equipes e a FPF foi a definição do critério de rebaixamento.
A proposta da federação de rebaixar apenas os dois últimos colocados na classificação geral gerou ampla discordância. Na visão de parte dos clubes, esse formato cria desvantagens, já que a competição não será disputada em sistema de “todos contra todos”.
Foram apresentadas alternativas, como a realização de um quadrangular entre os quatro últimos colocados para definir os rebaixados ou uma disputa em formato mata-mata para determinar o descenso. Nenhuma dessas propostas, porém, avançou.
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Nada a ver acabaram com o campeonato paulista!
Tudo a ver. Campeonato estadual, se tiver que existir, é pra ser só um torneio assim mesmo. Oi nunca teremos um calendário realmente descente.
A mudança ainda é recente.
Logo esse campeonato perderá força, pois não conseguirá manter os valores pagos.
A fpf terá que se contentar apenas com os grandes participando.
Tá pegando boi que ainda tem campeonato estadual, que pra mim nem precisava mais ter, só enche o calendário. Tem que ser coisa rápida que acaba logo, se for pra ter. Vamos ver antes de falar mal.
O fato de existir campeonato estadual é um problema e o formato deste campeonato Paulista é outro. Não deveria existir , mas existindo deveria ser pelo menos justo, não da para ter certeza que teremos justiça quando um time pode ter que enfrentar todas as maiores forças do estado, e outro enfrentar as maiores babas. Ah mais não dá para saber quem são as babas e quem são as forças, Santa ingenuidade Batman !!! E a definição dos jogos em casa ainda será definida, um time pode ter 3 classicos e uma pedreira(MIrassol) fora e 4 jogos faceis em casa, pois isso vai ser definido pela federação e depois ninguem reclame.
Se tivessem um pouco de coragem colocavam o sub20 jogar isso daí, ou um missão no máximo.
Até porque brasileiro começa em janeiro
Contrato meu brother, patrocinadores, TV, não é tão simples!!!
com esse formato fica impossivel colocar o sub-20. Chegou a ver a tabela?
O ideal era esse campeonato ter no máximo sete datas. Faz quatro grupos com quatro times, classificam-se os dois melhores para as quartas, depois semi e final em dois jogos. Pronto, sete datas.
Eu vejo duas questões nesse formato que vc sugeriu (que eu também acho o melhor tecnicamente falando):
1 – Se botar os 4 grandes sempre no mesmo grupo pra garantir todos os clássicos os 4 grandes sempre vão jogar só entre si todo ano. Significa que 2 obrigatoriamente iriam rodar na fase de grupos todo ano. Isso é ruim por um lado porque perde-se audiência na fase do mata-mata mas por outro lado seria bom porque daria oportunidades pra times menores garantirem vaga;
2 – Se colocar cada um como cabeça de um grupo não vai mais garantir todos os clássicos, na verdade pode ser que nenhum aconteça numa edição. Mesmo problema da perda de audiência mas aqui seria já desde o início do torneio.
A solução que eles querem fazer até que é criativa. Mas o negócio é que (na minha opinião) estadual é um torneio “inútil” como a maioria fala mesmo.
Podiam fazer no formato “torneio início”, tudo em apenas uma data e libera o calendário para as competições mais importantes.
Teria apenas de arranjar alguma compensação para os times pequenos que teriam menos jogos rentáveis no ano.
O Paulistão já teve seus dias de glória, sua importância e seu charme.
Sempre valorizei o estadual, mas infelizmente o calendário atual não acomoda mais. Porém, e não para os grandes, mas para os clubes médios e pequenos é a decretação quase inevitável da extinção de seus departamentos de futebol profissional. Uma pena….
Mas, já que é inevitável mudar, vamos lá: a minha sugestão é fazer uma fase inicial só com os 12 clubes ditos pequenos, e que pode se iniciar logo no início de janeiro. O formato seria essas 12 equipes serem divididas em dois grupos de 6, jogando dentro dos grupos em turno único, classificando os 4 melhores de cada grupo, e os dois últimos de cada grupo fariam um quadrangular, em turno e returno, para definirem os 2 rebaixados. O mais justo possível.
Já os 8 melhores se juntariam aos 4 grandes, em 4 chaves de 3 equipes, sendo os grandes cabeça de chave. Jogariam em turno e returno, dentro dos grupos. o campeão de cada grupo avança para as semi (2 jogos) e Final (também em 2 jogos.
Sendo assim:
Fase Preliminar (Inicial – sem os 4 grandes): 2 grupos de 6 (Total: 5 datas, que dá 2 semanas, jogos de quarta e domingo)
Segunda Fase (com os 4 grandes): 4 grupos de 3 (total: 6 datas, só de meio de semana, o que dá 1 mês e meio)
Terceira Fase: Semi (total: 2 datas, só de meio de semana, em 1 semana)
Quarta Fase: Final (total: 2 datas, só de meio de semana, em 1 semana)
Total: 2 meses de disputa com os 4 grandes, jogando só de meio de semana.
Ou seja, os grandes participariam em no máximo 10 datas, e no mínimo 6 datas.
Creio ser bastante plausível esse formato.
Apenas uma correção.
Os 4 grandes participariam em no máximo 8 datas, pois disputam na verdade um triangular na 2a fase, e jogariam 4 vezes, e se passarem em 1o, jogam mais 2 na Semi e, se forem à final, mais 2 partidas. Portanto um total de 4 no mínimo e 8 no máximo.
“Ah, mas eles não se enfrentarão entre eles…”. Aí eu pergunto: e daí??
Vão se encarar obrigatoriamente 2 vezes no BR, talvez mais 2 na CDB, ou na Sulla ou na Libertadores. Podem muito bem um e outro não se encarar no Paulista, ué….
A grande verdade é que os Estaduais são um estorvo no calendário do futebol brasileiro, que só não acabam pois as Federações Estaduais garantem o poder do presidente da CBF, senão já teriam sido extintos faz tempo!!!!
E eu já não gosto deste formato da Champions na própria Champions, no Paulistão ficou ainda pior, mas diante da diminuição de datas, talvez seja o possível para o momento!!!!
Só no Brasil tem
Campeonato estadual. Acaba logo com isso. Sou a favor do campeonato brasileiro ter mais divisões mesmo que regionais para que os times menores nao fiquem sem jogar durante o ano e a copa do Brasil com participação de todos os times do país igual na Inglaterra.
Também é uma saída.
Brasileiro com mais uma ou duas divisões (pelo menos) e regionalizado, como já funciona na série D.
Se a gente não tivesse 20x o tamanho da Inglaterra eu até acharia viável (e não digo só na logística) e bem legal a sua ideia da CB.
Difícil achar uma solução boa que não seja tão “excludente” com os times menores. Eu não consigo pensar em nada sinceramente, talvez acabar com os estaduais e aumentar a quantidade de times por divisão do BR, não sei…
Complicado.
Acredito que os estaduais poderiam ocorrer durante o ano para garantir calendário para os times menores, com os de Série A e B entrando mais pro final.