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Perto do centésimo gol pelo São Paulo, Luciano se consolida como artilheiro e amplia o debate: ídolo ou não?
O São Paulo entra em campo hoje contra o Athletico-PR pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Com Lucas, Oscar e Calleri fora por lesão, o clube paulista tem Luciano como principal arma ofensiva para passar de fase. O camisa 10 vive um novo momento de artilheira com a camisa do tricolor. Na semana passada, o atacante marcou seu 97° gol pelo clube contra o Juventude, garantindo a vitória do time por 1×0. Nos últimos jogos, o Luciano vem garantindo pontos para o time paulista. Perto de atingir sua marca centenária de gols pelo clube, fica a pergunta: Luciano merece o status de ídolo?
Antes de começar o debate, ser atacante e ídolo do São Paulo é uma tarefa ingrata. Com seus 352 jogos defendendo o tricolor, Luis Fabiano marcou 212 gols, sendo o terceiro maior goleador da história do clube e foi taxado muitas vezes de “artilheiro de gols inúteis”. Em 2004, após eliminação na semifinal da Libertadores contra o Once Caldas, do Paraguai, o jogador viveu forte crise na torcida sendo chamado de “pipoqueiro”. Repito, ser atacante e ídolo do São Paulo é uma tarefa ingrata.
Voltando a falar sobre o Luciano, existem muitos questionamentos sobre sua presença jogando pelo São Paulo: “não é meia, é atacante”, “não deveria ser o camisa 10”, “paneleiro”, entre outros que não me recordo no momento. Mas uma coisa é certa, o atacante está sempre à disposição, mesmo com as adversidades que o São Paulo passou ao longo da sua passagem.
Ser decisivo e explosivo faz parte da história de Luciano no São Paulo, dos 97 gols marcados, 22 foram em mata-mata, 15 na Copa do Brasil, é o 3° maior artilheiro da história do clube na competição. Mas o temperamento forte também cobrou seu preço: em 2023, ficou fora do jogo de volta contra o Corinthians, pela semifinal da Copa do Brasil, por suspensão. Curiosamente, sua ausência acabou abrindo caminho para o retorno marcante de Lucas Moura.
Um exemplo claro dessa relação entre o temperamento explosivo e a produtividade ofensiva de Luciano aconteceu no Choque-Rei válido pela 23ª rodada do Brasileirão de 2024. Com o São Paulo perdendo por 1 a 0, ele entrou no segundo tempo e, em um lance típico de sua qualidade de finalização, empatou o jogo. Na comemoração, porém, chutou novamente a bandeirinha de escanteio de um rival, levou cartão amarelo e, minutos depois, foi novamente advertido e acabou expulso de campo. Com um a menos, o São Paulo foi ainda mais pressionado e sofreu o segundo gol nos acréscimos, perdendo o clássico.

Referência de um São Paulo atípico
Existe um debate sobre a fanatização da torcida do São Paulo na última década, em virtude do mau momento do clube durante anos, chegando a brigar para não cair em 2013, 2017 e 2021. Antigamente, apelidada de “modinha”, os torcedores, agora chamado de “Torcida que conduz”, chamam para si a responsabilidade de conduzir o time – que é limitado tecnicamente e vence os rivais em dois atributos fundamentais: aplicação tática e física.
É nesse cenário que surge o Luciano, um atacante que entendeu como poucos o momento do clube e a alma dessa nova fase do São Paulo. Porém, para o torcedor mais saudosista que viu o seu clube ser pioneiro em gestão, títulos e conquistas fora de campo, ver um jogador como Luciano como ídolo e referência pode soar como rebaixar o sarrafo histórico do clube. Afinal, o São Paulo já teve Raí, Careca, Müller, Leônidas da Silva e tantos outros craques consagrados.
Ainda assim, a trajetória do atacante se destaca em um período de reconstrução, em que o São Paulo busca retomar o protagonismo dentro e fora de campo. Seus gols, sua entrega e sua constância em momentos decisivos colocam seu nome entre os principais personagens dessa fase do clube.
O debate sobre a idolatria permanece aberto com a pergunta: o talento acima da média, os títulos conquistados ou a identificação construída com a torcida em tempos difíceis? Perto de alcançar o centésimo gol com a camisa tricolor, Luciano pode não responder a essa pergunta sozinho – mas certamente contribui para que ela seja feita.
Luciano pelo São Paulo
⚔️ 296 Jogos
⚽ 97 Gols
👑 14 Participações em Clássicos
🎯 29 Assistências
🅿️ 126 Participações G/A
🏆 1x Copa do Brasil
🏆 1x Supercopa do Brasil
🏆 1x Campeonato Paulista
⭐️ Artilheiro do Brasileirão 2020
⭐️ Prêmio Bola de Prata 2020
⭐️ Seleção Sul-Americana 2022
Texto Redigido por Matheus de Paula, exclusivo para o Blog do São Paulo.
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Ídolos …, acho uma questão geracional.
Dito isto, não considero Luciano ídolo.
Nem tampouco, bom jogador.
Entretanto, para o momento atual, tornou-se razoável.
Sem exageros ou mi mi mi, nem provocando árbitros.
E sobre o comando de Crespo, melhor aproveitado.
(*) sob o comando.
Ídolo e ótimo jogador. E acabou. O cara é fora da força desde que chegou
Depois do Leandro guerreiro ele quem mais da identifica ao tricolor… I d o l o
Ótimo jogador!!
Luciano e hoje o melhor atacante do são Paulo , sem dúvida, no passado atacante fazia muito mais gols do que hoje , hoje e normal dizer ,artilheiro do campeonato tal, fulano com 6 gols.
Ele faz um gol a cada 3 partidas durante os 5 anos que está no são Paulo, mesmo sendo colocado como meia em várias ocasiões.
E o jogador com maior empatia com a torcida que vai aos estádios,
Ídolo e questão de gosto pessoal, de afinidade, porém ele e importante ao são Paulo , sem duvida
Ótimo jogador para jogar como segundo atacante, não como meia.
Zanca, tem alguma informação de como está o Hugo, volante da base que passou por cirurgia em janeiro, boto muita fé no garoto.
Longe de ser Ídolo, mas nos últimos anos com certeza foi um dos mais importantes que vestiu essa camisa. Os números provam. Esse sempre defendeu e representou essa camisa com orgulho e respeito. Tem minha admiração e meu respeito
É idolo. tal como Calleri, Lucas, Arboleda.
São quase 20M de torcedores, cada um com uma vivência diferente e com a sua própria interpretação de futebol.
Não tem como generalizar esse tipo de coisa, então será ídolo de alguns e, de outros, não. Pra mim? Ótimo jogador.
Ídolos para mim, são Zico, Rivelino, Pedro Rocha, Romário, Messi, Pelé, Ronaldinho, Careca, Maradona, Rogério Ceni, Beckenbauer, Cruyff, por citar alguns exemplos e não necessariamente nessa ordem.
Mas, se para alguns o Luciano é ídolo, nenhum problema.
Gosto não se discute.
Gosto do Lucianjo, mas meu idolo mesmo é Gonzalo Carneiro.
Seria por conta da cavadinha no Allianz Parque em 2019, rs?
kkkkk sensacional lembra Julio?
Foi em 07/04/2019.
Eu e as datas, rs
Foi em 07/04/2019.
Eu e as datas, rs
Ídolo é o Maicon Strogonoff
Se tornar ídolo precisa de tempo pra se avaliar sob o olhar da história e das condições da época.
Roberto Dias foi nosso maior jogador da década de 60, construção do Morumbi, jogou 13 anos no Spfc, e fez 78 gols…como zagueiro.
Pra mim um dos maiores jogadores do clube, craque absurdo…mas hj quase ninguém lembra.
Luciano é decisivo, a cada 1,5 jogos sempre participando de gols, excelente jogador para o Spfc de hj, mas parte da torcida o despreza, humilha como o Bagreano, só o tempo irá dizer quem estava errado.
Colocar o Luciengano como idolo só serve para demonstrar como o SPFC se apequenou.
Ídolo, para mim, é um espaço raríssimo, pois há algumas métricas factuais e outras subjetivas. Tem que ter muito tempo de casa, tem que ser “símbolo” de algo, tem que ter conquistado as maiores conquistas do clube e tem que ter uma marca de ser um jogador “insubstituível”. Então, há jogadores que conquistaram Mundial e eu não chamo de ídolo, pois há outros fatores.
Há de ser ter um “topo” no reconhecimento para os maiores, e é a alcunha de “ídolo”. Infelizmente, foi banalizada com o uso inapropriado. Se eu chamo o Luciano de ídolo, como chamarei o Ceni e Raí? Então, para mim, fica fácil saber quem é ídolo do clube e quais são grandes jogadores na história do clube.
O Luciano eu comparo ao Luis Fabiano. Não considero, nem remotamente, serem ídolos. Agora, para a geração millennium o Luis Fabiano é visto como ídolo, dado o carisma e os gols. Da mesma forma eu vejo o Luciano para a geração X. Quem viu o Chulapa, por exemplo, pode ter tido as três referencias (e outros contextos) e ficar mais fácil separar cada qual. Porém, há gerações que não tiveram tantas referências, como a geração X. O maior jejum de títulos pós a sulinha em 2012 só não foi batido por esse período na história do clube: 1958 e 1970. Por isso entendo os “Enzos” idolatrarem o Luciano. É igual aos “Enzos” da minha geração que idolatravam o Luis Fabiano.
Então, eu entendo esse contexto e alcunha de parte da torcida ao Luciano. Agora, para mim, nem um grande jogador na história do clube está. O cara só fez 2020 em alto nível com a camisa do clube. Se ele tivesse mais temporadas naquele nível, para mim, estaria. Porém, como sempre fez temporadas medianas ou ruins, em termos de campo, nem grande jogador na história do clube chega. Há quem considere gols um único fator determinante, mas para mim em um jogo há outras métricas. Luciano sempre foi mediano ou uma nulidade em campo, salvo a primeira temporada (o qual foi o melhor jogador do time na temporada).
Craque, juro que li todo texto na esperança final de encontrar o IV como idolo na LD kkkkk
Fidalgo, quando tratamos de história, todo dado é importante. O Craque Vinicius estará sempre na nossa história como uma “promessa” que teve meia década para se firmar e passando pela tutela de Juanfran, Daniel Alves e Rafinha. E, não conseguiu aprender/evoluir nada, nadinha mesmo. Da forma que chegou, foi: quadrado. Entrou para nossa seleta lista dos “queridos bagres”. A métrica de tempo de casa + ineficiência + desevolução, o coloca na história do clube, sem dúvidas.
Nota: os “queridos bagres” merecem tanta menção, quanto aos ídolos. Pois, eles carregam um sentimento de “alívio” súbito em essência. Portanto, rememorar bagres tem um cunho saudável. É aquele perrengue que nos livramos. É aquela “corneta” que virou piada. Espero que algum dia a torcida apreenda a dar o valor que os bagres merecem. Eu ouso te dizer, fidalgo, que aquele torcedor que não suporta bagre e só quer vencer e ter craques, é um torcedor com a vida enfadada. Toda pessoa “lúcida na realidade” e de bem com a vida sabe que as coisas tem que ter uns “probleminhas” para serem arrumados e que sem esses “probleminhas” a vida seria como no conto da mitologia da Calipso.
Em suma, todo torcedor nutela e esses histericos que constumamos ver, lhes faltam o heroismo homérico do torcedor raiz, que guarda um lugar para os bagres. Espero um dia ver os bagres serem exaltados na história, tal como os ídolos. Nesse dia o futebol e nossa cultura terá dado um salto de desenvolvimento inefável.
Como não considerar o autor do gol do título da Libertadores 2025 como ídolo?
Não brinca com os meus sonhos, matador.
Falando super sério, acho que é justamente isso que o André falou que falta pra ele ser verdadeiramente ídolo.
Se ele tivesse conseguido liderar o São Paulo em 2020 no Brasileiro, na minha lista ele seria ídolo, sem ironia.
Hoje tem um paralelo interessante com o Luís Fabiano mesmo, que fez muitos gols, alguns até importantes, porém nos momentos mais decisivos, não liderou o time.
Que o Luciano tem um apelo com uma parte da torcida, é inegável, mas é como o Pato também teve.
Acho que como você mencionou, a idolatria é um conjunto de fatores: ser importante em campo, vencer títulos e ter uma ligação institucional com o clube.
O Luís Fabiano foi importante em campo e tem essa ligação institucional, mas antes de ganhar a Sulamericana, eu considerava ele como considero hoje o Luciano e o Pato.
Que também teve importância na primeira passagem, e claramente criou uma ligação institucional forte com o clube, mas faltou vencer o título.
E como diz o Ceni, tem que colocar o quadro na parede.
Um exemplo é o que o Calleri fez na Copa do Brasil, foi importante na final e na minha visão foi pra prateleira de cima.
Se eu fosse considerar o Calleri pelo que fez na Sulamericana do ano anterior, acho que seria difícil dar o status de ídolo pra ele.
Ai, considero que o Luciano como o Reinaldo que também ficou muito tempo no clube, tem sua importância na história.
Mas não consigo considerar que um ídolo do clube pode ser preterido pra jogar finais, e quando jogou de titular na Sulamericana, não entregou mais do que qualquer outro entregaria.
Por fim, você pode criar uma lista seleta de “Maiores ídolos do São Paulo”, onde estão aqueles que são incontestáveis como Raí, Rogério, Zetti, etc e outra de “Ídolos do São Paulo”, onde você vai ter um número maior de jogadores como o Cicinho ou o Souzinha, por exemplo.
Exatamente, estimado Tarsião.
Eu até pensei em pontuar esse ponto que você mencionou sobre o “ídolo” estar no banco nas últimas conquistas. hehehe…
É, sobre o Luis Fabiano ele criou na mente do torcedor o centroavante matador, aquele que deixa o espaço não preenchido. E, olha, que tivemos grandes centroavantes após ele, mas ele tinha um espaço único pelo seu “carisma” com o torcedor. Só ver a volta dele com o maior público no Morumbis – em apresentação. Bateu até o Kaká, que foi bola de ouro. Agora, com tudo isso, o Luis teria que ter ganho Libertadores e Mundial. Sem isso, para mim, foi um grande jogador que passou no clube, apenas.
Já o Luciano, se tivesse feito o que fez em 2020 nos anos posteriores, estaria na lista de grandes jogadores do clube, sem dúvida. Ídolo, jamais. Tem que levantar um Mundial ou um feito como o do Muricy levantando três nacionais consecutivos (sem contar os outros feitos, como o segundo turno que o Mumu fez e nos livrou do rebaixamento).
Pela história, para mim, como disse ao fidalgo André Afonso, o Kingnaldo e Luciano estão na minha lista de “queridos bagres”. Jogares comuns/mediocres que após sairem deixam alguma lacuna jocosa. O King é aquele lateral capenga, mas que cobrava pênalti melhor que o Ceni e amassava o Curinthians e deixa essa saudosa lacuna na nossa história recente. Entretanto, vá pegar uma temporada inteira do King para reassistir. Jesus amado. Tinha o físico de um pombo, um joelho duro que mal flexionava e tantos outros atributos notáveis negativamente.
Luciano é a mesma coisa, Tarsião. Temos aquela lembrança dele em 2020 e depois lampejos em alguns clássicos contra o Curinthians e um punhado de golzinho decisivos. Agora, reassiste as temporadas dele: trotando e marcando fofo, rodopiando 15 vezes consecutivas e quebrando todo contraataque, jogador livre e com espaço e ele matando a bola, levantando a cabeça, esticando a perna para tocar e um adversário retomava a bola e criava um contraataque perigoso (quando não saia gols, os quais chegou a nos eliminar, até). E, o ditoso giro todo troncho na cabeça da área? Tem cinco caras com condição de passe no terço final e ele recebe a bola, para, tenta girar em cima de dois três zagueiros cobrindo o chute, gira todo trupicando no cardaço, capengando ao chão e chutão de chapa insonsa por cima do gol, sem perigo algum. Se o Luciano saísse hoje do clube ele estaria na minha lista de “queridos bagres”.
Agora, eu entendo e respeito os Enzos ou os emocionados que o idolatram. Eles tem o seus motivos e não acho nada de absurdo nos motivos deles. Só não me servem.
Obs: apesar de ter a mesma “lógica”, eu prefiro chamar de ídolo os ídolos mesmo. E ponho os craques na lista de “grandes jogadores”. Também tenho a lista de “queridos bagres”.
É que a midia cria essa alcunha: o ex-ídolo Rafinha… mas para mim soa como se a pessoa estivesse falando “bola quadrada”. Rafinha e ídolo na bate, para mim. Prefiro o rótulo: ex-grande jogador do SPFC, Rafinha… Aí faz sentido. hehehe… Outros só jogadores mesmo: o ex-jogador do SPFC, Reinaldo… Quem sabe um dia o midia e o povo não entendam e alcunhem profissionalmente: o ex querido bagre do SPFC, Kingnaldo…
O Luciano pode até não ser um ídolo,mais é um ótimo jogador que no momento é sim o melhor jogador do ataque.E os números não mentem,a não ser que para ser pelo menos ótimo tem que perder mais gols do que faz,e errar todas as assistências.O cara é o artilheiro do São Paulo,com uma boa pontuação de assistência.E precisaria mais o que para ser um ótimo jogador?Eu nem vou entrar em mérito da quantia de torcedores no blog que não gostam dele,mais aceita um jogador de volta que saiu pelas portas do fundo,e diga-se de passagem,e não decidiu nada até agora,e nem preciso citar nomes.Um jogador que se entrar em campo ou não entrar é indiferente,séria melhor que o Luciano? Não falo ídolo, mais falo ótimo…
Boa tarde.
Na minha humilde opinião, acho um erro desprezar os números do Luciano. Os gols que ele marcou, especialmente atuando como segundo atacante, mostram o quanto ele é útil quando joga mais próximo do gol. Atualmente, é quem melhor finaliza no time com exceção, claro, das cobranças de pênaltis.
Hoje em dia, não são Calleri, Oscar ou Lucas os protagonistas do time; infelizmente, esses têm sido destaque apenas no departamento médico. Dentro de campo, quem tem feito a diferença é o Luciano, principalmente agora com o Crespo, que tem escalado ele na posição em que rende melhor.
Dito isso, não vejo o Luciano como um ídolo. Como diz o ditado: nem tanto ao céu, nem tanto ao inferno. No entanto, há quem considere o Pato um ídolo… nesse caso, comparado ao Pato, o Luciano é o Messi!
Obs.: Achei curiosa a festa da torcida do Corinthians ontem. Me pareceu uma tentativa de copiar o que a torcida do São Paulo fez no Morumbis em 2023, justamente contra eles.
[…] No entanto, há quem considere o Pato um ídolo […] Isso foi uma hiperbole ou eu vivo em uma bolha? Nunca conversei com ninguém que tratou o Pato como ídolo. hehehe
Boa tarde Diogo
Eu gosto muito do Pato,muito mesmo,mais concordo com você nesta comparação.O que acontece com o Luciano são as broncas dele com certas marcações,e com marcações não marcadas,e muitas muito visíveis,aí a mídia como sempre quando vão fazer seus comentários esquecem que tem muitos jogadores e técnicos também,que dão seus cinco minutos,e essa mesma mídia nem tocam no assunto.E com isso muitos torcedores vão no embalo,muito embora que também tem muitos que simplesmente não gosta do cara,e usam oportunismo para criticá-lo.Quer mais do que Abel e o Zubeldia,ambos com suas personalidades a beira de campo,mais o atacado era o Zubeldia,e o Abel as vezes nem parecia que saia da área técnica,brigava com o quarto árbitro,e até com jogadores e invocou.Lembra com o Calleri?Eu não estou dizendo que defendo as atitudes que o Zubeldia tinha aqui,é mais uma comparação,para ver que tem sim uma certa perseguição em cima de jogadores e técnicos,que para outros iguais,não são tantas.Aquele lance,não fui com a cara dele,e acabou…
Para os padrões atuais de como se torcer no futebol, o Luciano pode ser considerado ídolo da torcida sim…
Eu acho que a trajetória dele no tricolor é bem irregular, com momentos brilhantes, outros de completo pereba, muito pitis desnecessários, reclamações indevidas e belos gols também!!!!
Que continue fazendo gols e ajudando o time, que mantenha a humildade de jogar e pensar mais no time, que em si mesmo. Está sendo importantíssimo nessa fase.
É como um usuário comentou acima,cada um tem o direito de achar ídolo qual jogador ele quiser.Acha que todo mundo 100% tem o mesmo ídolo?Eu acho que não,pois nem sempre quem é ídolo para um,também é ídolo para outros.Vamos falar de Pelé,garanto que ele tem mais ídolo do que quem não gosta dele.Mais mesmo assim como ele,muitos ídolos não são os mesmos de outras pessoas,por um motivo ou outro…
Conheço muita gente que não gosta do Pelé,e de outros ídolos,que se eu começar a citar nomes aqui,muitos aqui irão falar que não é possível,que tenha alguém que não considera aquele que aparente é ídolo de todo mundo,e a realidade não é bem assim…
Pra mim é ídolo demais, chutou a bandeira as gaivotas no clássico mais importante da história entre os dois times, sempre se incomoda com derrota, briga com juiz, os rivais odeiam, foi importantíssimo na Copa do Brasil, vinha sendo um dos melhores do time em 2020 pena que o time caiu demais, era pra ter pelo menos a Sula de 22 também no currículo, inclusive tem vários jogadores desse elenco hoje que são “subestimados” que daqui a 10 anos vão virar “lenda”, o Dagoberto era um muito cornetado pela torcida na época.
Luciano é o modelo de jogador mais próximo do que é ser ídolo hoje. Ele e o Arboleda. 5 e 7 anos com o manto, contribuindo e brigando muito com o manto.