Impressões do clássico SPFC x Palmeiras, por Rodrigo Perrucci

O São Paulo enfrentou o time de futebol mais organizado e o clube mais bem administrado do Brasil nos últimos tempos. Nossos rivais são um exemplo de sucesso, com uma gestão eficiente, um técnico extremamente competente — por vezes irritante, mas inegavelmente qualificado. O clube tem recursos financeiros para contratar os melhores jogadores. As chegadas de Paulinho e Vitor Roque, além de Mauricio, não são contratações quaisquer.
É claro que eles também cometem erros, como nas negociações de Judas e Felipe Anderson. No entanto, o excesso de dinheiro, fruto de uma sequência de boas gestões, permite que eles absorvam esses equívocos sem grandes prejuízos.
Enquanto isso, o São Paulo enfrenta dificuldades financeiras. Gastamos muito e de forma equivocada, arrecadamos pouco e ficamos estagnados. Agora, finalmente, estamos tentando colocar a casa em ordem. Como resultado, temos um elenco mais enxuto, uma comissão técnica mais econômica e, consequentemente, um desempenho impactado. Ainda assim, apesar das diferenças gritantes entre os cenários, o jogo foi equilibrado. Podemos vencê-los no Morumbis! Não há motivo para tamanha comoção. Precisamos de paciência e confiança no planejamento do clube.
Em breve, teremos mais receitas vindas das categorias de base, com jovens jogadores ganhando espaço no elenco e reforços pontuais quando as finanças estiverem mais equilibradas. Nos próximos anos, faremos grandes vendas, e o clube se recuperará rapidamente — em menos tempo do que nossos rivais levaram para se reerguer. Acredito que, no mais tardar em 2027, estaremos novamente competitivos. A comemoração exagerada deles após o último jogo só prova o quanto temem esse momento, pois sabem que não terão vida fácil.
Até lá, perder fora de casa, empatar no sufoco, vencer no Morumbis ou eliminá-los em um mata-mata fará parte do processo. Tenhamos paciência! Quanto ao técnico, é melhor avaliarmos sua continuidade ao final da temporada. Por enquanto, é com ele que contamos. Não cairemos!
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Impossível esquecer os 300 milhões de déficit e confiar no “planejamento do clube” …, e ainda acreditar que em curtíssimo prazo teremos “mais receitas da base”, aumentando o número de “sócios” para dividir as “boas vendas” e ainda, sermos competitivos.
Quase duas décadas de destruição sistêmica, contínua e incessante …, para recuperar em 2 anos ????????
Somos o “Clube da Fé” …, mas o texto do Rodrigo parece mais a descrição de um verdadeiro “milagre”.
A avaliação do Zubeldia permanece sendo “jogo a jogo” …, um jogo por vez.
Não disputamos apenas contra nosso vizinho de muro …, e precisamos vencer jogos …, a proximidade do Z-4 e a ausência de futebol são essencialmente contra Zubeldia e nada garante que a “avaliação” será ao final da temporada.
A cada ano que passa é a mesma ladainha, agora vamos nos estruturar, e que recebemos é um déficit maior a cada ano.
Cansado dessa política podre e enganosa.
“…Nos próximos anos, faremos grandes vendas, e o clube se recuperará rapidamente…”
Cara, onde encontro esse negócio que você tomou ?
É Ayahuasca ou outro coisa ?
Conte pra gente…
Pensei a mesma coisa quando li o texto… totalmente descolado da realidade! O Casares divulga isso desde que assumiu a primeira gestão e o que vimos, de fato, foi apenas deficit atrás de déficit, culminando com o recorde alcançado ano passado.
Isso aí! Vamos continuar a DESQUALIFICAR nosso elenco pra super VALORIZAR o trabalho de bosta desse técnico! Parabéns! Já dizia o poeta: quando a métrica é baixa qualquer merda serve.