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Em entrevista exclusiva a Zero Hora, em Buenos Aires, o ex-centroavante disse guardar boas recordações do São Paulo, elogiou a qualidade do Brasileirão e revelou que deseja voltar a trabalhar no Brasil.

“Eu adoraria voltar, pois foi um lugar onde eu me senti muito bem. Gostei muito do dia-a-dia do futebol brasileiro e aprendi muito. Então, claro que sim. Por que não? Adoraria voltar, mas logicamente, em um projeto competitivo, que aponte para ser vencedor.

Primeiramente, sou agradecido. O Brasil foi uma grande surpresa para mim, não vou mentir. Afinal, eu era um argentino indo trabalhar no Brasil. E, pela rivalidade e pelo que sempre vivi nos clássicos entre Argentina e Brasil, pensava que seria difícil. E foi o contrário. As pessoas no Brasil foram espetaculares, me abraçaram e fizeram eu me sentir em casa, como um deles. Isso foi espetacular, sou muito agradecido.

Embora o título do Paulistão seja pequeno para a grandeza do São Paulo, se você for ver os últimos 20 anos, o São Paulo ganhou apenas uma vez, conosco. Havia oito anos que o São Paulo não passava da fase de grupos da Copa Libertadores e nós passamos. Enfrentamos nas quartas de final o melhor Palmeiras da história. E não era tão fácil a situação do São Paulo.

Claramente hoje o São Paulo está muito melhor do que naquela época, em que vivíamos a pandemia. E tenho outras alegrias, como ajudar no lançamento do Rodrigo Nestor e na volta de Calleri. Não pude dar continuidade (ao trabalho), mas aconteceram muitas coisas bonitas e é muito bom ver que elas continuam acontecendo.

Eu adoraria voltar, pois foi um lugar onde eu me senti muito bem, me senti espetacular. Eu gostei muito do dia-a-dia do futebol brasileiro e aprendi muito. Então, por que não? Sim, eu adoraria voltar, logicamente, em um projeto competitivo, que aponte para ser vencedor.


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