
O episódio envolvendo Rafinha, ex SPFC, realmente gerou bastante repercussão no Coritiba e se tornou em crise. A situação se agrava pela desconfiança de que o lateral não foi transparente com o clube ao viajar para a Alemanha, apresentando a desculpa de resolver questões pessoais, enquanto participava de um torneio pelo Bayern de Munique.
O Coritiba, por sua vez, confiava que Rafinha estava lá apenas para questões pessoais, o que faz com que a ação do jogador pareça uma quebra de confiança, especialmente num momento de pressão tão grande, tanto internamente no clube quanto externamente com a torcida. A falta de comunicação clara sobre sua participação no evento, que incluiu um gol e a conquista de um título, gerou ainda mais descontentamento.
“Fui nesse torneio por livre e espontânea vontade, afinal pra que eu iria mentir uma coisa que já fiz muitas vezes desde quando estava no Olympiacos e no São Paulo, sempre participei dos eventos do Bayern de Munique”
A crítica interna pode ser mais complicada para Rafinha, que tem uma imagem muito respeitada por sua trajetória, mas nesse caso parece ter agido de maneira individualista, o que não caiu bem entre os dirigentes e parte da torcida. A situação pode, inclusive, gerar uma crise maior no Coritiba, que já enfrenta uma fase difícil, com protestos contra a direção e a gestão da SAF (Sociedade Anônima do Futebol).
Agora, a expectativa é ver como o clube se posicionará diante do episódio, especialmente considerando a pressão crescente em relação a sua gestão. O episódio reforça a delicadeza das relações entre atletas e dirigentes, além da importância da transparência e comunicação, especialmente em contextos como o atual do Coritiba.
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Bom dia.
Pois é, na época lembro-me muito bem que alguns aqui reclamaram dessa postura do Rafinha.
Nada como o dia seguinte…
Isso que dá não valorizar a base e trazer sub, 40,sub50,
São Paulo se tornou asilo preferido dos refugos da Europa
E tão querendo o Tiago Mendes
Igual o que fazia aqui. Age assim pq temos dirigentes frouxos. Imagina se fosse numa empresa, e o empregado resolve estender uma viagem por motivos particulares e nem da satisfação pro clube que precisava dele. E uma falha grave, caso pra demissão. No São Paulo, normalmente passam a mão na cabeça, principalmente se for jogador de nome.
No SPFC, ele perdeu a partida contra o Cuiabá para participar desse evento festivo. Tem gente que acha isso normal e minimiza, mas, dentro do que eu entendo como profissionalismo, isso é bizarro. Sei que esse processo leva tempo, assim como um dia já foi considerado normal começar partidas das 16h apenas às 16h15, por conta da quantidade de gente em campo, ou perder os melhores atletas em jogos decisivos porque foram convocados para a seleção. Quando a liga se fortalecer e os clubes se derem ao respeito, muitas coisas serão diferentes
Já foi mandado embora, tem técnica mas não tem mais desempenho e muitos clubes não entendem isso. Sub-50 no lugar de alguém da base é pra acabar e isso vale pra todos os clubes,
Coritiba se reúne com Rafinha para propor rescisão amigável; entenda!
Não sei porque o Rafinha ainda insiste em ser jogador profissional, se estivesse aposentado, poderia ir em quantas homenagens quisesse, sem precisar se preocupar com o que seu empregador ache ou deixe de achar!!!
E por aqui ele fez a mesma coisa em 2023, abandonou o time para ser homenageado no Bayern, mas que acabou esquecido pelo título da Copa do Brasil!!!
Voltou pra encerrar a carreira no Coritiba e já tão querendo empurrar rescisão nele. Fim melancólico, dava pra ter se despedido de uma forma mais digna.
Alcunho o fenômeno de TPA(tensão pré aposentadoria….),acha que pode fazer o quer… uma espécie de Janja…do futebol