
O ex-atacante Túlio Maravilha citou o nome de Jonathan Calleri, atacante do São Paulo, como um “modelo ideal” para a Seleção Brasileira. O ídolo do Botafogo lamentou, destacando o talento de Calleri.
“Sempre opinei que o centroavante ideal seria o Pedro, mas devido às lesões, hoje o futebol brasileiro está carente. Gosto muito do Calleri, pena que é argentino. Seria um centroavante ideal pelo estilo de jogo que o Brasil precisa. Tem que ter um jogador de referência, um matador de área”, disse em entrevista à Espn.
Túlio Maravilha também citou o nome do atacante Igor Jesus, do Botafogo, que vem sendo titular com o técnico Dorival Jr. “Igor Jesus é a bola da vez, vamos torcer para ele deslanchar e ter sequência”, opina. Em uma análise sobre os principais camisas 9 do futebol mundial, Túlio destacou a versatilidade de Kylian Mbappé, que vem se destacando como um atacante central no Paris Saint-Germain.
“Na Europa, tem o Mbappé se destacando como um 9 versátil, mas jogar no Real Madrid com aquelas caras fica fácil. E o Lewandowski, com toda sua experiência no Barcelona. São os dois atacantes que se destacam no futebol mundial”, completou.
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Como diz os fans de Roger Rodgson, “Quem sabe, faz”. A imagem de um grande player vem de suas jogadas e grande desejo de vencer desafios no relvado. Durante o decenio de 1960s, um dos grandes compatriotas de Jonatan Caleri teve seu nome sugerido para fazer parte da Escrete Canarinha. Com sua história enraizada na urbe de Rosário, a qual é uma das regiões mais famosas da Argentina, José Poy foi aos Estados Unidos do Brasil para fazer parte de um dos quadros mais famosos da época. Embora não tivesse conquistado muitos cetros, José Poy foi grandioso guarda metas na história do Mais Querido, tendo conquistado os titulos de 1953 e 1957 na famosa “Tarde das Garrafadas”. Fora do relvado foi o homem que fez o Morumbi existir, sendo assim o maior Sãopaulino de todos os tempos. Ele era excelente e muitos começaram a sugerir que ele fosse naturalizado Brasileiro, todavia, ele viveu e morreu Argentino, deixando grandioso legado, sem cobrar um centavo do clube.
Há quem diga que nunca ninguém fez mais pelo SPFC que o Ceni rsrsrs
Sou imparcial, senhor Japoneis. Eu reconheço que Ceni teve participação em certas conquistas e ficou um longo periodo, todavia, ele viveu tempos em que os salários já eram maiores e com privilégios dentro da instituição, privilégios esses que fazia ele pensar que era o dono do clube, se intrometendo nas decisões dos técnicos e vidas dos colegas de profissão.
Como técnico, tinha a consciência do péssimo trabalho que fazia, no entanto, se aproveitou do contrato para receber a multa. É do direito? É, porém, mostrou que o “Eu” era mais importante que a instituição São Paulo FC naquele momento complicado.
Enfim, no que tange aos meus princípios, jamais daria valor a esse tipo de comportamento. Claramente, eu dou valor a aqueles que com pouco que tinham, doaram tudo por amor a instituição São Paulo FC sem pensar em interesses financeiros, pessoais ou fama.
José Poy deixou um grande legado ao São Paulo FC e nunca cobrou um centavo do clube.
O José Poy é talvez o jogador que mais fez ao clube e não tem o devido reconhecimento por grande parte da torcida.
A história do SPFC não está ligada somente à figura de uma só pessoa. Tivemos grandes pessoas que ajudaram a construir o SPFC.
Túlio sempre foi um gozador…
Legal, mas ele não sendo Brasileiro é uma discussão inútil e estéril.
Talvez seja inútil, mas quando um estrangeiro é considerado o melhor do mundo e até no Brasil, como em vários anos consecutivos, alguma coisa está sendo mal feita aqui. O bom futebol não é exclusividade do Brasil, mas aonde está o país do futebol?
O “país do Futebol” como era acabou, sinto informar
Não vai brotar mais jogador no Brasil como antigamente, que nem precisava ter preparação de base estruturada e aparecia um monte
os moleques que antigamente passavam o dia inteiro jogando bola na rua ou no terrão hoje tão em casa jogando videogame ou celular
Faz 33 anos que eu não moro mais no Brasil. Vou de vez em quando paea visitar a familia e acompanho o futebol remotamente. Concordo com você. Eu jogava na rua ou no terrão quando muleque.