
Antes que algum radical queira relacionar à um movimento político de X ou Y a relação de respeito ao hino nacional, desista. O autor deste texto abomina os dois polos extremistas. O que reina aqui é um bom senso que inexiste, é uma omissão completa da imprensa e da própria instituição.
Enquanto toca o hino nacional, a torcida palmeirense canta “Meu Palmeiras” e palavras ridículas. Lembro-lhes que: O art. 30 da Lei nº 5.700, de 01 de setembro de 1971, estabelece que cantemos o Hino Nacional em pé e em silêncio, com a cabeça descoberta, e os braços estendidos ao longo do corpo. Qualquer outra forma de saudação durante a execução – como acompanhar com palmas, assobios, dançando ou com a mão no peito – é proibida.
O Palmeiras, poupado de críticas pela omissão da imprensa. A torcida, cantando em meio ao hino é um desserviço, uma vergonha, recorrente e que todos fingem que não há problema algum. Mas, bastou um episódio no Morumbis que a lei veio em riste para falar de xenofobia em 2024 como enormes coitados. Falam em coletivas de críticas ao Brasil, povo, cultura, indígenas, tentam atrapalhar jogadores, peitar atletas em campo e demonizar situações com o microfone nas mãos. São santos e só fazem o correto. Pregam o certo e agem como?
E a torcida que invade CT, arma emboscadas em outras torcidas, cometem atrocidades. Vidas perdidas no entorno do estádio. Não há fim nas listas de atitudes fora dos campos. No campo? Bombas de gás em vestiário entre muitas outras, se ficarmos listando, não param.
Quando não cederam camarotes ou instalações ao SPFC, o silêncio. No Morumbis, o choro. O vitimismo. Quando não viajaram aos EUA, criticas. Mas, negociaram para ir e não tiveram datas, virou ataque. Incitação à crises entre clubes, conflitos políticos e de enfrentamentos na mídia. Ninguém fala nada.
Não à toa, é uma torcida e instituição que ninguém respeita ou tem consideração. Comemoram títulos inexistentes, comemoram fax, idolatram uma conquista que ninguém reconhece e criam histórias que nunca existiram. Lamentável. O que mais esperar além de desrespeito ao Brasil, hino? Não há limites, o apelido não lhes cai mal. Cai mal para os pobres animais que são correlacionados.
Descubra mais sobre Blog do São Paulo
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
Não preciso nem comentar, expressou meu ponto de vista em relação ao hino e ao tratamento diferenciado da imprensa. Parabéns!!!
O que eu acho completamente errado é esse uso banalizado do hino. Hino é para ser tocado em eventos importantes e as partidas de futebol são eventos absolutamente ordinários, informais, descontraídos, que ocorrem centenas de vezes ao ano. Ninguém presta atenção, todo mundo conversa durante, não dá para escutar direito no estádio ou fazem isso que a torcida rival faz. No final, em vez de as pessoas acharem bom, todo mundo acha um saco. Tinha que parar com essa bobagem de hino nacional em jogo de futebol e deixar para ocasiões realmente importantes.
Eu também acho. Hinos das nações deveriam ser tocados somente na premiação do campeão de uma Copa do Mundo, ou ao hastear as bandeiras nos jogos olímpicos na entrega das medalhas.
“A imprensa é muito séria, se você pagar eles até publicam a verdade”.
PARMERA, VAI GANHAR UM MUNDIAL PRIMEIRO, PRA DEPOIS POUSAE DE GRANDE.
Desrespeito à parte do hino,eu acho que o que eles fazem é uma infantilidade gigantesca, nem na minha época de escola em seus jogos de interclasses havia algo assim tão infantil,só reforça o esteriótipo criado com memes referindo aos palmeirenzos
Torcida de bosta que nem consegue lotar a arena em dia de clássico e precisando de apoio para classificar.
E o bosta de Abel falando que tem outras equipes mais preocupadas em ganhar o Paulista, palhaço!!
Mas, convenhamos que essa lei imbecil que obriga a tocar o hino nacional antes do evento esportivo só contribui para banalizar um símbolo nacional.
Pior ainda são alguns estados que pegaram carona no hino nacional e já emendam a execução do hino estadual.
Tinha que revogar isso.
Pois é.
No mundo empresarial existe a máxima: Quando tudo é prioridade, nada é prioridade.
Com o hino está sendo assim. De algo simbólico e marcante, passaram a jogar em qualquer lugar e ficou banalizado.
E diga-se, banalizado por TODOS. A deles faz de forma sistemática, mas nunca vi torcida, em estádio nenhum (Morumbi incluso), parar e ouvir o hino respeitosamente.
Ué…
Até nas copas do mundo toca os hinos nacionais,não vejo problema nenhum.Seje o hino de qual país for tem que ter respeito.
E para mim não essa que é futebol e no Brasil. Tem coisas muito mais importantes par cobrarem no mundo,do que se toca ou não o hino nacional nos jogos.
A imprensa odeia o São Paulo isso é fato, porém temos que entender como funciona as coisas a dona em questão das muitos Pix para muitos setores e isso os privilegia.
Excelente ponto (o meio do texto ficou confuso por misturar vários temas)!
E, pra somar a isso, já vi crianças cantando o hino assim em brincadeiras – da mesma maneira que vejo recorrentemente crianças gritando “ankara Messi”. Demonstra a decadência e banalização de tudo que vivemos hoje.
Não sou infantil a ponto de achar que haja um complô eterno contra o SPFC, que a mídia nutre um ódio mortal pelo clube, que todos os diretores de veículos de imprensa não gostam de nós e nos perseguem. Mas, considerando vários fatos de um recorte não muito distante, desde a época do “aliciamento” até vários outros onde o clube foi achincalhado, diria que o motivo é por termos há muito tempo a fama de clube manso, com presidentes de falas rebuscadas, políticos e distantes da torcida.
Um clube que no seu passado recente se indigna pouco, se impõe menos ainda, geralmente é um alvo fácil. Alvo dificil é quem dá chilique toda hora e vai para o confronto. A menos que alguém prove que a presidente do outro lado do muro molhe a mão de todos os setores do futebol, da organização a divulgação e cobertura, eu não compro muito essa ideia. Agora, se fosse a torcida do SPFC que cantasse essa coisa patética e infantilóide durante o hino, meu amigo….
“Um clube que se indigna pouco”.
O anão verde é minúsculo.
E no mais, segue minúsculo.
Vc precisa ajudar o Zubeldia, ele “perdeu” a referencia de quem Scala….kkkk
O erro é por o hino. Desnecessário. De tô no estádio e a torcida estiver agitando, caguei pro hino
alem de desrespeito, é uma babaquice q nao tem tamanho..coisa de gente infantil…ridículo…o unico q eu vifalando algo contra foi o nilson cesar..
Com todo respeito, TODAS as torcidas ignoram o hino nacional.
Talvez a grande diferença seja que os porcos cantam de uma forma mais organizado (propositalmente).
Minha experiência é extensa, mas apenas de Morumbi, mas por lá ninguém liga NADA para o hino, e tem gritos, conversas, etc.
É mais nobre ficar conversando amenidades com o amigo ao lado ao invés de cantar algum canto de torcida? Eu acho igual.
Como muitos falaram aqui:
É zoado desrespeitar o hino. Ponto. Mas eu não consigo escolher a forma “bonita” de ignorar o hino, todo munda faz (até a TV hoje em dia).
De tanta coisa que dá para condenar esses malditos (de ser a torcida mais canalha e violenta do estado ao mimimi e coitadismo histórico), esse do hino, especificamente, não cola.
Se o Casagrande ainda não reclamou disso eu fico tranquilo!
Este é um sinal da falta de educação no Brasil. Nem respeito pela própria pátria existe mais. Dias muito difíceis de se viver atualmente.
Ora a lei …, cumpra-se a lei.
Eu acho desnecessária a execução de hinos nacionais em eventos esportivos.
A própria CONMEBOL retirou da programação de seus torneios, a execução dos hinos referentes às equipes visitantes, devido à falta de educação e respeito.
No caso do Brasil, paulista, paulistano e em específico dos leitões rosados no chiqueiro verde …, cumpra-se a lei, com todo o rigor da lei.
Deveria ser tocado e como era antes, nos jogos em o Brasil participa e ponto final. O Pior de tudo, pmde os jogadores que na maioria são semi analfabetos nem sabem a letra e por isto nem cantam.
Nada vai superar a torcida do Atlético mineiro no minuto de silêncio em homenagem ao izquierdo, o Morumbi quieto,não se ouvia um barulho se quer naquela noite, exceto a torcido do Atlético MG,foi constrangedor
Concordo plenamente com a matéria escrita por Alexandre Zanquetta, não se trata de clubismo, esquerda ou direita, é simplesmente um desrespeito total. O mais interessante que a imprensa vergonhosamente se omite, bem, mas se tratando da imprensa brasileira, jamais bateria de frente com a Leila.