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O caso de Matheus Belém no São Paulo é um exemplo de como a dinâmica de elenco e as decisões internas do clube podem impactar um jogador, mesmo quando ele tem potencial. Inicialmente, o São Paulo havia decidido não renovar com Belém no final de 2023 devido a razões técnicas, já que ele estava na sexta posição no ranking de zagueiros do time, atrás de jogadores como Beraldo, Arboleda, Diego Costa, Alan Franco e Ferraresi.

No entanto, com a venda de Beraldo e as possíveis convocações de Arboleda e Ferraresi para a Copa América, o clube decidiu dar uma nova oportunidade ao jovem defensor, renovando seu contrato até 2026.

Apesar da renovação, Belém nunca teve oportunidades no time principal desde então. Ele foi promovido à equipe profissional em 2023, fez sua estreia e até foi eleito melhor em campo em uma das partidas, mas, depois disso, ficou sem espaço, especialmente após a contratação de Sabino para a posição que poderia ser ocupada por Belém. Ele treina regularmente no CT da Barra Funda, mas sempre fica de fora nas convocações para as partidas por opção técnica.

Além disso, o São Paulo segue com suas movimentações no mercado, como a negociação de Ythallo e a venda de Diego Costa, mas isso também não resultou em mais chances para Belém. Para piorar a situação, jogadores mais jovens como Igão, de 17 anos, começaram a se destacar e são agora preferidos pelo técnico Zubeldía, o que coloca Belém ainda mais distante da chance de atuar. Matéria construída pelo portal UOL.


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