
A diretoria do São Paulo projeta um prejuízo econômico ao final da temporada, e, como parte de um plano de reestruturação financeira para os próximos anos, admite a possibilidade de vender jogadores considerados titulares. A principal prioridade da gestão, liderada pelo presidente Julio Casares, é a contenção de gastos e a redução das dívidas do clube, o que inclui reavaliar a situação financeira de seus atletas.
Até o momento, o clube não recebeu propostas oficiais por nenhum jogador do elenco, mas Rodrigo Nestor, embora não seja titular absoluto, desperta interesse do Bahia.
Casares reforçou que o São Paulo está disposto a negociar qualquer jogador, desde que a proposta seja vantajosa tanto para o clube quanto para o atleta. Ele destacou que o mercado de transferências tem especulado muito sobre os jogadores do time, mas ainda não há negociações concretas.
“Jogador é um produto no mercado. Se vier proposta importante para o grupo e o atleta, poderá acontecer. Mas nesse momento não temos nenhum tipo de proposta. Todo dia colocam jogador do São Paulo em algum lugar, mas não temos nada. Todo jogador tem valor de mercado, que vamos avaliar se vier proposta desse nível”
O presidente explicou que o possível déficit financeiro já era esperado, pois nos últimos anos a diretoria optou por priorizar o sucesso esportivo, com destaque para a conquista da Copa do Brasil em 2023, e por isso barrou vendas de jogadores importantes.
Caso essas vendas tivessem acontecido, o clube teria registrado um superávit. Agora, o foco será equilibrar as finanças para reduzir a dívida ao longo dos próximos quatro anos e meio, com a meta de colocar o São Paulo em uma situação financeira mais saudável e preparado para o centenário do clube em 2030.
“Temos a consciência que apostamos na Copa do Brasil, no Paulista e na Supercopa do Brasil. Chegamos em outras finais e não tivemos êxito. Agora em diante a prioridade é a equalização financeira para que, em quatro anos e meio, a gente consiga, com vários superávits, diminuir as nossas dívidas. Neste ano, esse déficit já estava esperado, porque deixamos de vender jogadores. Na semana da final da Copa do Brasil, tínhamos propostas por quatro titulares, mas não vendemos. Se vendêssemos, teríamos superávit. Ganhamos o campeonato e, hoje, temos mais margem para ganhar campeonatos e preparar o São Paulo para o centenário de 2030”
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Jogar a responsabilidade do déficit financeiro a um “sucesso” esportivo é uma das desculpas mais bizarras…inaceitável…
Eu não venderia o Bobadilla e Sabino, são dois jogadores que conseguimos por um baixo valor e que não vamos conseguir repor.
Campeonato Paulista Sub 11 – Semifinais – Jogos de Ida :
01/dez – dom 09 h 00
RED BULL BRAGANTINO X SÃO PAULO
CORINTHIANS X SANTOS
Campeonato Paulista Sub 12 – Semifinais – Jogos de Ida :
01/dez – dom 10 h 30
CORINTHIANS X SÃO PAULO
RED BULL BRAGANTINO X PALMEIRAS
“Neste ano, esse déficit já estava esperado, porque deixamos de vender jogadores.”
Mentira (desculpem a sinceridade)! Esse discurso era do ano passado! Ano passado seguraram Nestor (com propostas), Beraldo, dentre outros.
E vamos lá: alguém vai querer comprar algum jogador do elenco por uma quantia que nos alivie? Algum jogador se destaca tal qual Beraldo em 2023? Se essa for a solução pro nosso caixa, teremos que vender alguns vários jogadores.
Da folha salarial ninguém fala. Orejuela, Mendez, Jamal, Santi Longo.
Das dívidas e acordos com ex jogadores ninguém fala. James, Daniel Alves, Jucilei.
Se a situação é crítica, precisamos lançar jovens jogadores. Não devemos renovar com Rafinha e quiçá LG. Não gosto do Erick, Rato, Ruan, acho que deveríamos negociá-los.
Teremos que nos desfazer dos jogadores razoáveis para bons que temos no nosso elenco, e não teremos dinheiro nos próximos anos para contratar melhores ou no mínimo equivalentes. Casares repete a desculpa de priorização do sucesso esportivo, mas esse “sucesso” não foi utilizado de maneira correta para alavancar exposição e retorno para o clube. Basta ver que nosso patrocínio master ficou aquém do que o mercado está praticando.
A verdade é que Casares, que desde o início de sua gestão falava em austeridade financeira e reconstrução, está no quarto ano no comando da instituição e agora ensaia um plano no tom de desespero para salvar o clube. O Flamengo, num período próximo, 5 anos, foi reestrurado. Para não dizer que essa gestão está tão desastrosa quanto a do Leco, vamos nos apegar ao resultado esportivo.
Teremos que nos desfazer dos jogadores razoáveis para bons que temos no nosso elenco, e não teremos dinheiro nos próximos anos para contratar melhores ou no mínimo equivalentes. Casares repete a desculpa de priorização do sucesso esportivo, mas esse “sucesso” não foi utilizado de maneira correta para alavancar exposição e retorno para o clube. Basta ver que nosso patrocínio master ficou aquém do que o mercado está praticando.
A verdade é que Casares, que desde o início de sua gestão falava em austeridade financeira e reconstrução, está no quarto ano no comando da instituição e agora ensaia um plano no tom de desespero para salvar o clube. O Flamengo, num período próximo, 5 anos, foi reestrurado. Para não dizer que essa gestão está tão desastrosa quanto a do Leco, vamos nos apegar ao resultado esportivo.
O Casares arrecada e gasta mais que o Leco, só falta cometer a fasanha de rebaixar o clube!
Façanha