
O Sport Club Internacional e o São Paulo Futebol Clube foram beneficiados pelo Perse (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos), de acordo com dados da Receita Federal. O time gaúcho obteve R$ 1,4 milhão com esse tipo de renúncia, enquanto o clube paulista, R$ 1,9 milhão, no acumulado de janeiro a agosto de 2024 (saiba mais sobre o auxílio no final desta reportagem). As informações constam em relatório do Fisco. Para ter acesso à lista completa, clique aqui (XLSX – 9,3 MB).
A Receita Federal publicou uma lista em que mostra mais de 10.000 beneficiários do Perse. Influenciadores digitais, artistas, clubes de futebol e grandes restaurantes, entre outros, tiveram acesso ao benefício.
OUTRO LADO O Poder360 procurou nesta 3ª feira (19.nov), pelo WhatsApp, a assessoria do São Paulo. Também entrou em contato com a comunicação do Internacional por e-mail para perguntar se gostariam de se manifestar a respeito das renúncias fiscais obtidas neste ano. O São Paulo encaminhou uma nota às 20h01 desta 3ª feira (19.nov). Eis a íntegra do comunicado: “Recentemente, a Receita Federal do Brasil instituiu a Declaração de Incentivos, Renúncias, Benefícios e Imunidades de Natureza Tributária – Dirbi, na qual obrigou os contribuintes a informarem as renúncias fiscais de que gozam.
“Antes disso, com a pandemia e o decorrente isolamento social que prejudicou diversas atividades econômicas, especialmente o setor de eventos, o Governo anterior lançou o Perse (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos), que instituiu não apenas um parcelamento para débitos tributários vencidos e não pagos, mas a também a redução a zero da alíquota de tributos federais aa setor de eventos pelo prazo de 5 anos, entre eles o PIS, que é devido pelo SPFC [São Paulo Futebol Clube].
“Assim, de forma totalmente legal, o SPFC usufruiu de tal redução a zero da alíquota do PIS enquanto durou o incentivo, o qual acabou revogado antecipadamente pelo Governo atual. Isso foi informado na Dirbi e divulgado pela RFB.” Não houve resposta do Internacional até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.
SOBRE O PERSE O programa foi instituído por meio da lei 14.148 de 2021, buscando assegurar medidas emergenciais e temporárias para o setor de eventos durante a pandemia da covid. Empresas do setor ficaram paradas durante a crise sanitária em razão de longos períodos em que aglomerações eram proibidas. O socorro às empresas se dá a partir de renegociação de dívidas, indenizações e isenções tributárias”. Por: Poder 360
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O que me deixou mais frustrado ontem, foi ver os mesmos jogadores entrando no jogo , tendo as mesmas oportunidades e nada muda.
Se ontem o Rato tivesse apto, era ele no lugar do Erick e ja era.
Todo jogo a mesma coisa, os mesmos , o mesmo esquema, um asilo de jogada, o time nao cria absolutamente NADA.
E falar dos garotos ?
Nao entram, eles morrem com uma substituicao mas nao entram, cara o que aconteceu com o Gomes pra nao ter mais oportunidades ???
Não parece nada relacionado a tática e sim preferencias pessoais, como por exemplo, a maneira como ele enxerga cada atleta. Não sendo motivo de lesão, acho que o William foi o único jogador que ele substituiu no primeiro tempo de uma partida e o fato de não ter mais colocado pra jogar diz muita coisa. Não tem a ver com Lucas, Luciano, etc.
Pode ser problema interno, pode ser a maneira como ele enxerga atleta de base, pode ser qualquer coisa, mas o que me deixa curioso é saber como essa diretoria vai conseguir alinhar o próprio discurso tendo como base pra 2025 o trabalho do Zubeldia, que é a antítese de tudo o que ele falam publicamente. Ou vai ocorrer uma transformação na maneira do treinador lidar com Cotia ou o Zubeldia vai irritar muita gente, uma vez que as contas não serão pagas com a venda do Luciano, Calleri, Rato, Ferreira, André, etc e todos sabem a necessidade extrema de revelar e vender.
O trabalho é fraco bem fraco, retrógrado, ultrapassado. Vão esperar ano que vem para ele ter só a panela dele e não por os melhores e quando perdemos os jogos, vir um técnico qualquer escalar os melhores e os meninos, fazer o feijão com arroz, para ganharmos. Somos mal treinados, se não tem o Lucas não fazemos nada, porque quem pode fazer ele não põe, o time é na base do chuta pra frente e se vira Calleri, ontem como não estava mudou um pouco. O desempenho físico é medíocre pois só ganham folgas, por mais que treina nada muda, o time do São Paulo é isso, pode ganhar de um gigante na raça ou empatar e pode perder pro Cuiabá. Mas quando precisa vencer de verdade não tem treinamento e tática pra isso. É um time preso no toque de bola pra trás porque não tem aproximação, não há triangulação, não sabem o que fazer e isso é treinamento. Que a propósito não existe.
Contra o Corinthians com 2 jogadores a mais.
Calleri pegava a bola lá na frente e recuava para a defesa.
Espaço Tricolor
@EspacoTricolor_
2025 – o ano do teto de gastos e poucos reforços, teremos:
Um treinador que até o momento se mostrou resistente a tentar novas alternativas (seja em relação nomes, seja em padrão tático).
Um treinador que tratou o jogador de maior potencial da base da pior forma possível e o escanteou, sem dar chance alguma a nenhum outro.
Um elenco envelhecido, em declínio, que não se reinventa e nem é potencializado, que terá que disputar o imenso Paulistão como se fosse a Copa do Mundo por MAIS UM ANO.
Tudo isso com respaldo de boa parte de seus apoiadores, seja na diretoria ou na torcida. Excelente momento para culpabilizar o elenco, logo agora que ele ficará ainda mais fragilizado.
Se esse é o nosso teto, prefiro nem imaginar o que teremos pela frente
O bom do Deus é que ele dá showzinho no banco de reservas.
Taticamente é só a mesma coisa de sempre.
Repito o que já escrevi aqui no blog em outra postagem. Zubeldia é um dos maiores responsáveis por jogar fora um ano que se iniciou de maneira muito promissora. Esse “alto” percentual de aproveitamento que muitos comemoram aqui não diz absolutamente nada. No brasileiro que é pontos corridos, esse percentual é mais baixo e reflete a posição que ocupamos. Nas copas, perdemos jogos chaves. Para o próximo ano, com sérias restrições orçamentárias, manter um técnico que é resistente a mudanças, não tem o hábito de revisitar suas convicções, não utiliza a base, que para além do ganho esportivo pode representar alívio financeiro, é extremamente temerário. Ele precisa ser demitido e precisamos definir um novo técnico ainda esse ano. Se eu fosse da diretoria, não dispensaria ninguém até essa questão do técnico estar resolvida. Alisson está aí para provar que um técnico com um mínimo de visão de jogo e criatividade pode “salvar” a passagem de alguns jogadores antes descartados. #forazubeldia.
Bom dia, vou de encontro com quase tudo que você disse. Pra mim tem que manter, que devido às restrições, precisamos de um técnico que faz muito com pouco. O que está pegando pra mim, é ele não usar mais a base, mas entendo que ele não quis arriscar por que precisava de resultados, se não ele seria demitido. Precisamos de continuidade e vejo nessa comissão capacidade de fazer um bom trabalho.