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Lucas Moura retornou ao SPFC no ano passado e se tornou um dos principais jogadores do time e também do futebol brasileiro, sendo fundamental na conquista da inédita Copa do Brasil. A boa fase fez ele voltar a ser convocado para a seleção brasileira.

E Lucas retornou ao Brasil depois de mais de 10 anos. Ele deixou o São Paulo no final de 2012 para jogar no PSG (FRA). Depois, foi para o Tottenham (ING), onde ficou por cerca de cinco anos.

Em entrevista à Placar TV, exibido no Youtube, Lucas Moura foi perguntado sobre as principais diferenças que ele viu nesse retorno ao Brasil, em relação ao que ele via na Europa.

Então, o meia-atacante do São Paulo apontou dois pontos principais que ele entende que o futebol brasileiro está atrasado. Um deles é o gramado.

“Tem alguns pontos que o futebol brasileiro ainda fica bem atrás. A questão de gramado nem se compara com o que tem lá na Europa, principalmente na Premier League. O Brasil precisa melhorar nessa questão”, opinou.

Lucas Moura entende que arbitragem é o principal ponto: Depois, Lucas Moura falou sobre a arbitragem do futebol brasileiro, entendendo ser esse o principal motivo para uma qualidade de jogo mais baixa. O jogador criticou a forma que os árbitros conduzem as partidas, culpando também algumas atitudes dos jogadores brasileiros.

“Eu sofro muito com a arbitragem aqui, o jogo ainda para muito, a gente reduz muito a velocidade do jogo, picota muito o jogo com faltinhas bobas. E isso não é só culpa da arbitragem, os jogadores também precisam ajudar para deixar mais corrido”, iniciou.

“Qualquer falta, principalmente para o time que está ganhando, enrola muito para recomeçar o jogo, perde muito tempo reclamando com o juiz, quando vai para o VAR ficam reclamando com o juiz, demora 4, 5 minutos para recomeçar o jogo. Então, perde muito tempo e gasta muita energia com essas coisas. E na Europa dificilmente você vê isso. A bola rola, ninguém reclama, o cara já cobra a falta rápido… tudo favorece o espetáculo”, pontuou Lucas Moura.

Por fim, Lucas ainda reclama de outras “malandragens” que incomodam o jogador.

“Precisamos melhorar essa cultura da cera, reclamação, gandula que some com a bola, juiz que é mais caseiro. Na Europa não via nada disso”, finalizou. Por: André Salem


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