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Um dos fatores mais criticados e questionados no São Paulo é a transição da base com o profissional, principalmente agora em 2024 com Carpini e Zubeldia. Muricy que também nunca foi um grande adepto de jovens, também entra no alvo no momento.

Com a necessidade cada vez maior de precisar de jovens da base para ajudar nos profissionais por conta de caixa, por conta de necessitar revelar, ainda dependente de vendas e mecanismos FIFA, o São Paulo anunciou mais e mais investimentos em Cotia.

Maravilhoso, vamos revelar e ter mais jovens e destaques. Mas, e quando chega ao profissional, estamos sabendo como fazer?

Um dos times que melhor fez e faz isto recentemente, o Palmeiras, através de um evento promovido pela Footure, teve seu profissional Lucas Andrade comentando porque enxerga que dá certo ou não o processo de quando sobe:

“O melhor contexto para um jogador de base é um contexto que ele possa exercer as características dele. O que queima o jogador não é lançar cedo, a idade, é colocar ele fora do lugar dele. Todo mundo tem uma característica, essa característica tem que ser respeitada e muitas vezes, a base tem sim que ter adaptabilidade, a gente trabalha ao menos três posições.

Mas, chega no profissional e ele que se destacou na base jogando na esquerda, chega com o treinador e ele quer que ele atue no lado direito de pré trocado, ele tem que se adaptar.

Mas, tem que seguir uma lógica, conhecer o jogador e ter um afinamento entre a base e o profissional. Ás vezes não conseguimos fazer transição de alguns atletas e perdemos bons atletas ao mercado porque não tivemos oportunidade de fazer esse processo.

Temos que fazer a integração, o treinador conhecer a base, quem está na base entender o que quer o técnico. O clube tem que saber quem é o atleta e permitir que ele faça isso da melhor forma e a troca é diária com o Abel no Palmeiras”.


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