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Em entrevista à Eduardo Affonso da ESPN, Julio Casares falou do futuro de James Rodríguez, veja: “A nossa diretoria de futebol já tinha conversado com os representantes do atleta, que logo que acabasse a Copa América, ele teria que se reapresentar na semana seguinte. Então ele vai chegar na segunda ou terça, assim como alguns atletas de clubes coirmãos também. O Ríos, do Palmeiras, só chega no sábado. Foi um ajuste. Ele não iria de forma nenhuma ser escalado esse final de semana. Nem ser relacionado. A questão de escalação de jogador é da comissão técnica. O que eu sempre digo é que ele é atleta do São Paulo. Se chegar uma proposta, vamos ouvir. Se não tiver, ele deve se reapresentar. Mas deve jogar à critério do técnico. Eu sempre digo que jogador de futebol, para jogar no São Paulo, tem que querer. Ele tem que querer trabalhar no São Paulo. Não é só ser escalado.

JOGAR NO SPFC: “Eu brinquei com ele ‘James, você fez uma partida extraordinária, deve ter treinado bastante para isso. Fazendo assim no São Paulo, você é titular absoluto.’ Ele falou que a gente se encontraria na semifinal, falou que futebol é dinâmico, mas foi cortês, porque ele foi me procurar no vestiário. Foi um resultado de 1 a 1 com a Colômbia que todo mundo ficou meio triste por causa do lance do Vinicius Jr., de não marcarem o pênalti. Aí o pessoal veio e falou que ele estava lá para me dar um abraço. Eu fui com muito gosto. Eu gosto muito dele, um grande profissional, um grande cara. Mas é uma questão de foro íntimo do atleta. A questão do São Paulo é assim, joga no São Paulo e tem que ter vontade de jogar no São Paulo. Quem escala é técnico. E quem se escala é jogador treinando e trabalhando. Para que ele jogue no São Paulo, ele tem que desempenhar durante o treinamento aqui na Barra Funda e depois sendo escalado pelo técnico. Agora, se não tiver essa ligação, ele tem contrato com o São Paulo. Ou tem alguém que venha e faça uma proposta, ou ele vai ter que lutar por uma posição. Não tem outra saída.

NÃO RENDER? “A vinda do James foi importante para colocar o São Paulo em um patamar diferente. Logo em seguida veio o Lucas. Mostrou que o São Paulo está muito atento. Então ‘puxa, a diretoria trouxe o James, ele foi o melhor jogador da Copa América’. Então nós contratamos certo. Se ele não desempenhou aqui, é uma outra questão. É o risco do futebol. Tivemos exemplos de jogadores, como o Falcão, Rei de Roma, um grande jogador, e não conseguiu fazer grandes atuações. Na decisão contra a Portuguesa ele estava no banco de reservas. O Márcio Araújo era titular. Existe essa composição. Nós contratamos certo. Mas agora, a vinda dele propiciou o Lucas, colocou o São Paulo em uma prateleira diferente.

E AS LUVAS QUE DEVIAM? “Mas porque nós fizemos um acordo com ele? Ele tinha luvas. Luvas teoricamente é o seguinte: o jogador veio, ele não está conseguindo jogar, eu vou fatiar isso em um acordo. E estamos pagando em dia. Mas se vier uma proposta que contemple esse pagamento que ainda devemos para ele, e contemple mais alguma despesa que a gente terá no futuro com o jogador, nós podemos conversar. Tudo se compensa. Eu vou deixar de gastar, posso gastar em outro atleta, e vou talvez eliminar essa pendência. Tudo é negociação. Agora, como não temos nada, a não ser hipótese, ele é jogador do São Paulo, deve se reapresentar como um grande funcionário que é e vamos avaliar essa questão. Mas tem que estar com vontade de jogar aqui. É aquela velha máxima, ninguém é maior que o São Paulo. Nem presidente, nem dirigente, jogador, porteiro. O São Paulo é uma instituição acima de qualquer valor ético e moral de pessoa física. É uma instituição que formou uma marca e uma história. E não é um atleta que não conseguiu ainda jogar, e que pode conseguir, que possa mudar essa verdade verdadeira.”


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