image 45

O posicionamento de Lucas mais aberto se deve a uma série de fatores: a ausência prolongada de Rodrigo Nestor, a lesão de Wellington Rato, o início irregular de Ferreira. Mas muito disso também é por “culpa” de Luciano.

Não é fácil escalar o camisa 10. Sua melhor função, como aconteceu no próprio São Paulo, nos tempos de Fernando Diniz, é como um segundo atacante com liberdade de movimentação. Mas essa função específica não é fácil de arrumar em um time, sobretudo se a ideia tática não for jogar com dois homens de frente.

Rogério Ceni tentou encaixar Luciano como armador, e não funcionou. Crespo, antes ainda, fez testes com o xodó da torcida como centroavante, também sem resultados. Carpini buscou maneiras de usá-lo aberto pela direita, como foi contra o Novorizontino, e nada deu certo.

Tudo isso faz de Luciano uma peça complexa dentro da engrenagem são-paulina. Escalar como titular é ter um dos líderes do elenco satisfeito, enquanto deixá-lo no banco despertará reação imediata da torcida se as coisas em campo não andarem. O que é melhor para o time?

ESPN


Descubra mais sobre Blog do São Paulo

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.