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Quando Daniel Alves foi contratado em 2019, o São Paulo firmou com ele 4 contratos com empresas diferentes do jogador. Cada empresa recebia uma quantia, um valor e tinha termos e cláusulas distintos. Além disto, a CLT.
Pois bem, na época, Raí e Pássaro ficaram responsáveis por conseguir patrocínios e valores decorrentes da chegada dele. Mas, tanto o Marketing, que contava com um amigo pessoal dos gestores e muitos menos a turma do futebol conseguiram nada.
Logo, sem grana, os atrasos foram aumentando e empurrando. Ciente de que era agora um credor, Dani Alves assumiu a rédea do futebol, pressionou Cuca até ele sair, escolheu Diniz e começou a pontuar quem e o que ele queria. Até que contrataram Juanfran.
Era o que Dani Alves queria, ser meia, camisa 10. Passou a ser dono do time e mandar em tudo. A medida que não entrava o dinheiro, mais ele mandava. Até em Diniz.
E chegamos até a nova gestão, quando ele colocou na parede que queria dinheiro ou poder. O São Paulo afirmou que o pagaria mas mandar ele não iria. Logo, ele voltou para ser lateral direito, a bola baixou. Mas, ele começou a dar declarações polêmicas e exigir coisas. Como ir para a Seleção Olímpica e criar problemas falando demais em público, gerando constrangimentos.
O São Paulo sentou com ele acertou sua rescisão. Os termos foram definidos, valores estipulados e o Tricolor assinou um documento chamado “CONFISSÃO DE DÍVIDA”. Esse documento garantia os pagamentos de Daniel Alves até o momento de sua saída e juros.
Quando esse documento virou um acerto financeiro, deixou de ser contrato de imagem e que vinculava o atleta à agremiação. Logo, não há como juridicamente romper os pagamentos.
Então, mesmo condenado, o Sâo Paulo há de continuar pagando 500k mensais até o fim do acordo.
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O acordo irá até quando?
Até 2026 meu nobre!
A pedido do Daniel, meu filho.
Confessou a dívida, vai ter que pagar. Já era. São Paulo vai “bancar” o auxílio reclusão dele, doa a quem doer, mas na verdade isso é devido a grana que já devia ter sido paga mas não foi pelo tempo dele jogando aqui.
Só não entendo porque ninguém do clube que prometeu os patrocínios que iam bancar o jogador (dentre os citados no texto, mais o próprio Leco) nunca foi cobrado ou responsabilizado por isso.