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Jogamos muitos e muitos jogos com time misto, reserva, desconcentrados até o título. Depois, mais vacilos e desatenções que até custaram a goleada contra o Palmeiras.
Mas, pós taça, tivemos: 4 vitórias, 2 empates e 2 derrotas. São 58% de aproveitamento. Menor que do Botafogo que é 64%, mas maior que do Palmeiras que é vice líder hoje e tem 56%.
Chegamos aos 42 pontos, 8 acima do Z4 e faltando 7 rodadas. Ainda vamos por mais!
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Um renomado economista diz que “números explicam tudo, menos o essencial” …, ou também podem, simplesmente “esconder algo”.
Considerando apenas os confrontos longe do Morumbi, estaríamos no Z-4.
Assim sendo, o melhor ainda é empilhar taças.
#Vamos por mais …, mais futebol de qualidade.
#Mais SPFC e #Mais taças.
1 – “Um renomado economista diz que “números explicam tudo, menos o essencial” …, ou também podem, simplesmente “esconder algo”.”
2 – “Considerando apenas os confrontos longe do Morumbi, estaríamos no Z-4.”
Ué, não percebe sua contradição, não? kkkkkk… Se números não explicam o essencial ou esconde algo. E o seu segundo argumento é ultilizando apenas números. Logo, o seu argumento está não explicando o essencial ou escondendo algo.
Estou só usando a sua forma de pensar.
Nada mau. Dorival sabe o que faz. E é bom preservarem ele. Um profissional como ele não se encontra em qualquer lugar. É só ver a dificuldade que os clubes andam tendo para repor treinador. Somos privilegiados.
Tem uma galera que o nível de serotonina no cérebro depende da mudança. O grande prazer do sujeito é a troca, seja de jogador, de técnico, de qualquer coisa, então ele vive em função disso.
São os viciados em “fatos novos”.
Gostei dessa correlação. Tem sentido, nunca tinha correlacionado com “futebol”.
É normal o “futebol” da equipe cair após o titulo com vaga para a Libertadores. Correr o que esses caras estavam correndo é para poucos no futebol brasileiro. Eu mesmo aqui no blog tinha falado após o Estadual que terminariamos no mínimo no G6 ou no G4 se o time priorizasse o brasileirao. Dado o cenário de intensidade e desfalques que a equipe tinha apresentado. Entre amigos comentei antes de iniciar o brasileirao sobre o Bragantino também, que figuraria entre o g6 e g4, pois vi um bom trabalho do Caixinha no Paulista, baseado na intensidade e padrão de jogo que se desenhava.
Pois bem, se o valor maior que temos é a intensidade, algo que desgasta não só fisicamente como mentalmente, é óbvio que você relaxa após o objetivo alcançado. Ali são pessoas humanas. Você mesmo após um período intenso seja no trabalho, estudo ou em algum problema da vida, quando passado esse tempo onde se chegou ao objetivo após meses se desgastando o que você faz? Você mantém o ritmo?
O futebol brasileiro hoje é medido pela intensidade. O Palmeiras mesmo onde o Abel mudou para três zagueiros e mudou a intensidade do time para voltar a performar, pois estavam apáticos.
Não tenho dúvida que esse elenco ano que vem voltará mais forte do que dessa temporada. Comparar o time pós título sem levar em conta esses fatores é um erro crasso.
Juntando o pos anterior com este post, temos que quantidade não tem nada a ver com qualidade, temos muitos jogadores mas muitos pouco ou em nada contribuiram, porém tivemos muitas derrotas , mas as vitorias nas horas certas nos fizeram campeões de um titulo de expressão(algo que nunca tinhemos conseguido por perder na hora errada, apesar de não ter hora certa para perder , temos a hora menos ruim). As contusões nos levaram a um grupo muito grande , com contratações corridas para suprir necessidades, o foco na decisão da Copa do Brasil e depois o alivio da conquista, nos levou a algumas derrotas que poderiam ser evitadas em outro cenário. No final esta sendo um ano melhor que os ultimos 09 anos anteriores , no minimo.
Realmente os últimos resultados tem sido bons e os pontos tem vindo principalmente em casa.
Só não gosto do desempenho recente do time em campo. Estamos sofrendo demais pra ganhar os pontos, o campeão da Copa do Brasil não deveria ganhar de time que briga contra o rebaixamento só com gol chorado, na bacia das almas aos 40 do segundo tempo. Isso, por mais que eu tente, não entra na cabeça e não aceito.
Eu pessoalmente tenho me irritado muito durante os jogos com a limitação técnica de alguns jogadores e a displicência de outros que já mostraram que sabem jogar bola, como o Nestor, mas que parece que o nível de concentração caiu total depois do título junto com o desempenho.
Atingindo os 45 pontos vou até desligar do fanatismo pelo São Paulo esse fim de ano e tirar férias até a próxima temporadas.