O São Paulo mudou da ‘água para o vinho’ na campanha do Campeonato Paulista até a final, que será disputada diante do Palmeiras. No início do torneio, o Tricolor tropeçou e teve o seu pior começo no estadual desde 1960. Foram apenas um ponto de nove possíveis.

No começo de fevereiro, na quarta rodada, entrou na zona de rebaixamento do Paulistão, após a vitória do Água Santa sobre o Novorizontino. Na ocasião, o Tricolor tinha apenas um ponto conquistado e enfrentava o Santo André, no Morumbi, pressionado por uma vitória. 

Ela veio com um gol de Marquinhos, aos 47 do segundo tempo. Depois disso, o time embalou. Venceu a Ponte Preta, fora de casa, por 2 a 1 e colecionou bons resultados, ganhando do Santos (3 a 0), Água Santa (2 a 1), Corinthians (1 a 0), Mirassol (3 a 0) e Botafogo-SP (2 a 1).

Ainda teve empate com a Inter de Limeira (0 a 0). A única derrota foi justamente para o Palmeiras, adversário na final, por 1 a 0. 

O crescimento do São Paulo se deve muito em conta da união dos jogadores e o entendimento do estilo de jogo de Rogério Ceni. 

– Entramos com intensidade e união. O grupo vem bastante unido, trabalhando todos os dias, o Rogério é um cara que tem muita história e vem nos ajudando para fazer essa boa campanha e nos recuperamos no campeonato. Tomara que consigamos fazer duas boas partidas na final – disse o meia Alisson. 

Até aqui, em 13 jogos, o São Paulo tem oito vitórias, dois empates e três derrotas, com 22 gols marcados e 11 sofridos. O Tricolor soma 26 pontos. 

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