A chegada de Rafinha no grupo do São Paulo gerou desconfiança ainda mais depois da experiência com Daniel Alves no clube. Mais um veterano, mais um jogador com idade avançada e que poderia não ter desempenho esperado em campo e fora.

Mas, depois de pouco mais de 2 meses, o que se vê é algo totalmente diferente. Postura de liderança positiva e agregadora com os jovens e os veteranos, alegria, firmeza e seriedade nos momentos mais complexos.

Ao contrário do que fazia Dani Alves de estar próximo a Diniz e fazendo o que queria, só cobrando dos mais jovens com discursos vazios de motivação e midiáticos com gestos fortes em jogos nos quais ele exigia que as bolas passassem por ele e que todos girassem em torno dele, Rafinha age como mais um dando ajuda e contribuindo com alegria unindo os mais experientes e até mesmo os estrangeiros.

Será que era tão difícil para o Daniel fazer algo similar ou o ego era grande demais inflado por uma mídia parcial e corporativista que tem agentes trabalhando como assessores travestidos de profissionais isentos?

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