O São Paulo vem apostando nesta janela de transferências em nomes mais consagrados e experientes. Esse rumo é visto pela diretoria como uma mudança de perfil do elenco, com atletas cascudos e que falem mais dentro de campo, algo visto como ponto fraco na equipe por Rogério Ceni na última temporada. 

O LANCE! mostra como esses jogadores podem atuar no esquema do São Paulo e ajudar a comissão técnica e o elenco em 2022. Começando por Jandrei, que pode ser a ‘sombra’ que faltava no time para o goleiro Tiago Volpi, titular absoluto da meta são-paulina. Vindo do Santos, o arqueiro de 28 anos tem passagem pelo futebol europeu e pode colaborar com experiência. 

Na lateral-direita, o São Paulo trouxe Rafinha, que chega com status de titular da equipe para a vaga de Orejuela. Experiente, com 36 anos e vitorioso tanto no futebol europeu, com o Bayern de Munique, quanto no futebol brasileiro, com o Flamengo, o jogador chega com status de liderança e que ‘sente a derrota’. 

Já o meio-campo foi o setor com mais mudanças. Alisson chega ao São Paulo buscando retomar a boa fase na carreira. Ele costuma atuar na faixa dos lados do campo, tanto esquerdo quanto direito. No Grêmio, sua principal característica era a recomposição defensiva, além de um bom passe. No entanto, não é um jogador conhecido por sua velocidade. 

Já Patrick é conhecido por sua polivalência no campo, ajudando tanto na defesa quanto no ataque. Além disso, é conhecido por sua vibração em campo, sentindo os jogos, tanto nas vitórias quanto nas derrotas. No São Paulo, ele pode exercer a função de um meia que cai pelas pontas, ou até mesmo como uma espécie de ponta-direita, já que ele consegue boa presença no ataque, aliado a uma boa recomposição. Ele deve disputar posição como um segundo volante, posição que tem Nestor e Gabriel.

Já Nikão fez boa passagem no Athletico-PR, onde é ídolo da torcida. Por lá, ele atuou mais como um ponta direita, sempre puxando para o meio para bater com a perna esquerda.

No São Paulo, Nikão chega para disputar posição no ataque, principalmente pelas pontas. O Tricolor vem atuando em uma espécie de 4-4-2, com Rigoni sendo o armador do time, abastecendo Luciano e Calleri na frente. Nikão, teoricamente, vem para disputar posição com Igor Gomes e Gabriel Sara, meias que jogam por dentro, mas também caem pelas pontas.