Neste ano de 2021 o São Paulo adotou uma postura conservadora em relação as competições que irá jogar ao longo da temporada. De acordo com sua proposta orçamentária para a temporada, o Tricolor deve chegar, no mínimo, à semifinal do Paulista, às oitavas de final da Libertadores, às quartas de final da Copa do Brasil e ao sexto lugar do Brasileirão. O motivo para isso é financeiro.

Esse planejamento não são tratado como metas esportivas para a temporada, essas sim são mais ambiciosas para a gestão do presidente Julio Casares.

A postura conservadora serve para evitar problemas de planejamento: como as premiações pagas pelas entidades esportivas entram no orçamento, mas variam pela colocação final nos torneios.

Por exemplo, se o São Paulo propusesse metas ousadas (como o título do Brasileirão) e não alcançasse esse objetivo, receberia menos do que esperava ao final do ano. Assim, correria o risco de faltar dinheiro para pagar contas.

A proposta orçamentária do São Paulo para a atual temporada prevê receita de R$ 460,7 milhões, sendo R$ 176 milhões em vendas de atletas, e despesas de R$ 448,2 milhões, com superávit líquido de R$ 12,5 milhões.

Existe uma estimativa de redução do endividamento geral do clube em R$ 91,4 milhões e também a possibilidade de um caixa líquido de R$ 160 milhões.

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