Perguntado na coletiva sobre manutenção de treinadores e continuidade, Casares explicou como pensa o futebol do São Paulo:

“Muitas trocas podem confundir os jogadores. O caminho é esse. Não segurar o técnico pelo carisma, mas pelo procedimento. Eu chamo o futebol do São Paulo de integrado, Cotia, Barra Funda, estafe, gestão, e é assim que vamos trabalhar. E o torcedor entender que temos filosofia. Precisamos ter seriedade, eu não cheguei para mudar tudo, cheguei para mudar o que acho que tem que mudar.

É aquilo que eu falei, filosofia. O futebol moderno não aceita mais o dirigente paternalista, hoje é ciência, procedimento, filosofia. Vamos estabelecer isso, e esse é o nosso grande garantidor de permanência. Claro que acontece do treinador deixar o clube, mas conversando com o pessoal do futebol, o Muricy disse, podemos trabalhar a formação de técnicos. O Muricy foi auxiliar do Telê, podemos trabalhar a formação desses profissionais. Se o São Paulo definir uma filosofia, por que não formar técnicos dentro da casa? O Muricy é o grande case. O resultadismo atrapalha muito, faz a emoção superar a razão. Claro que quando perdemos, perdemos o sono, mas é no dia seguinte que tem que ter serenidade. Precisamos trabalhar com processos e procedimentos”

saopaulo.blog