Com a chegada de Muricy, fica a expectativa pelo anúncio do Diretor Executivo de Futebol que sucederá Raí que só ficará até o final do Brasileirão.

Principal promessa de Casares em sua campanha e sonho de todo torcedor é a mudança na forma de ver e atuar no futebol do São Paulo. As palavras do Presidente a respeito:

Sobre a refundação da Barra Funda:

“Como eu sempre anunciei, a Barra Funda terá uma reformulação profunda, uma reestruturação, principalmente em procedimentos e processos. Nós temos vários jogadores emprestados, parte deles nós pagamos salários. Esse diretor executivo que virá também vai ter que ter uma meta de negociar esses jogadores em definitivo. Nós vamos diminuir nossa folha de pagamento, e a meta dele também passa por isso, por transações e trocas. Nós temos que ser criativos e voltar a ter uma mentalidade vencedora”

Ainda sem um Diretor Executivo, aguardadíssimo, Casares deu as premissas:

“Será implementado através da profissionalização. Nós vamos ter um diretor executivo de futebol, e esse sim vai negociar, fazer contratos e participar das questões burocráticas das negociações, também com metas. Inclusive o Muricy, todos nós teremos metas para cumprir. Cotia é maravilhosa, revela muito, mas acredito e tenho convicção que pode revelar muito mais. O São Paulo deixou de prospectar jogadores. Nós temos alguns olhares para algumas revelações, mas o São Paulo precisa ter um trabalho mais ostensivo para buscar um garoto do Norte, do Nordeste ou do interior de São Paulo. Nós entendemos que tem que ter uma profissionalização efetiva com o diretor executivo, que vai ter olhar para descobrir e captar novas revelações do Brasil e da América do Sul”

Processos e Premissas de trabalho no futebol:

“Claro que o São Paulo vive um bom momento no futebol, estaremos avaliando tudo o que acontece no futebol, não faremos movimentos bruscos, que atrapalhem o elenco, mas faremos o que tem que ser feito. Eu preciso realizar o que o sócio, o torcedor e os conselheiros aprovaram, que é o plano de gestão que passa por meritocracia e reestruturação profunda da Barra Funda. Respeitando as pessoas e os profissionais, mas dizendo que o São Paulo precisa mudar. Quando formos contratar um jogador, vamos avaliar muito o orçamento, a idade, a questão fisiológica, de saúde, como ele foi nos clubes anteriores, o nível de mentalidade vencedora por onde ele passou. Após uma análise dessa, o São Paulo, não tendo um jogador na base para fazer esse trabalho, vai ter que ir para o mercado, mas com muito critério. Não há condição do São Paulo, com uma dívida desse tamanho, correr riscos e aumentar ainda mais isso”

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