Diniz traçou um paralelo com os efeitos de pressão em pessoas mais experientes, como treinadores e dirigentes, envolvidos há muito mais tempo no futebol profissional.

“Treinadores e diretores experientes sentem essa pressão, imagina o jovem. Gosto muito do que faço, da chance que eu tenho de poder cuidar. Todo mundo precisa de ajuda, acho que com isso os jogadores também vão aprendendo a se cuidar, cuidar do outro. Esse trabalho não tem fim, tende a melhorar e, quanto mais a gente melhora, mais a gente vê que pode melhorar nesse sentido”, completou o técnico do São Paulo.

Gazeta Esportiva