Com 26 jogos e a 2a melhor defesa do campeonato, Diniz avaliou as razões de ter um sistema defensivo hoje mais estável e equilibrado:

“A evolução do sistema se deve ao tempo e ao trabalho. Muitas vezes que a gente tomou gol essa métrica acaba medindo muito mal. A gente teve partidas que tomou gol e o sistema defensivo foi muito bem. Hoje, não foi só uma bola no gol. A gente teve momentos em que foi salvo individualmente. O lance do Arboleda foi competência individual, como o Volpi fez contra o Flamengo, quando pegou dois pênaltis.

O sistema defensivo jogou muito bem, é um time que, se você der muito campo, acaba levando perigo em todas as bolas. Tem jogadores que chutam de fora da área, todo mundo tem que se doar muito. O sistema defensivo trabalhou muito bem. O Tchê Tchê, o Brenner, o Igor Gomes e o Sara foram os caras que mais correram no sistema defensivo. Em contrapartida, Bruno Alves, Luan e Arboleda tiveram que marcar muito alto, muito adiantado. Repito, o sistema todo funcionou de uma maneira muito boa”.

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