Inscrição para Padrinho e Madrinha do Natal Solidário imigrante 2020O Natal refugiado Solidário 2020 é um protejo pontual que será realizado no Estado de São Paulo, por meio dos coordenadores supracitados, em prol da África do Coração, no mês de Dezembro de 2018, e contará com a colaboração de patrocinadores (padrinhos) e apoiadores que, por meio de suas doações, irão contribuir para que as crianças se integrem a cultura brasileira, dando visibilidade às suas necessidades, e tenham, por conseguinte um natal mais feliz. DESCRIÇÃO DA AÇÃO:


Por meio de um sistema de “apadrinhamento”, as crianças que constarem no cadastro a ser realizado no prazo infra citado, receberão de cada “padrinho/madrinha”, um kit contendo: 1 roupa + 1 sapato + 1 brinquedo. Para tanto, os voluntários da ação entraram em contato com empresas e pessoas físicas que desejem apadrinhar as crianças, se comprometendo a entregar os kits até a data limite.

Objetivos:
Com o objetivo de promover a visibilidade e a integração das crianças refugiadas, e a necessidade de sua inserção na cultura nacional, combatendo qualquer tipo de preconceito ou discriminação, e cumprindo com os preceitos constitucionais descritos no art. 227, CF/88, qual seja:

• “ É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança,[…] com absoluta prioridade, […], O LAZER , à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária […]”.

• O programa tem como propósito central dar às crianças refugiadas uma recordação de felicidade, ternura e bem estar, deixando seu natal mais feliz.

JUSTIFICATIVAS:
Somando-se os refugiados reconhecidos no Brasil, que são 10.264, mais os que entraram com pedido de refúgio e aguarda decisão (85.746) e os estrangeiros que receberam outro tipo de proteção (no caso do Brasil, permissão temporária de residência), o número chegou a 148.645 em 2017, uma alta de 118% em relação ao ano anterior.

CRIANÇAS NO BRASIL
O total acumulado de refugiados entre 2010 e 2015 (4.456), 599 são crianças entre zero e doze anos, compondo apenas 13,2% da população refugiada no país. As crianças entre zero e quinze anos incompletos geralmente chegam ao Brasil acompanha das dos pais ou de responsáveis legais e podem ser classificadas em três categorias distintas (sempre como dependentes dos pais ou de tutores).

De acordo com a legislação brasileira, a criança refugiada é aquela que foi obrigada a deixar seu país de origem devido a um fundado temor de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, por pertencer a determinado grupo social ou pelas opiniões políticas de seus familiares, ou ainda por ter sido obrigada a sair de seu país devido a conflitos armados, violência e violação generalizada de direitos humanos.

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