Em um comunicado no qual anunciou que não tentará a anulação do jogo com o Ceará após a anulação de um gol pelo VAR depois que o jogo havia sido reiniciado, o São Paulo citou erros de arbitragem com o uso da tecnologia, pedindo uma revisão na aplicação, se dizendo prejudicado em três lances específicos, contra o Atlético-MG e contra o Corinthians, além do jogo da última quarta-feira.

Arnaldo Ribeiro explica o que levou o São Paulo a decidir por não recorrer, apontando erros anteriores já admitidos pela CBF e a preocupação com a sequência da temporada, com rodadas do Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil.

“São algumas coisas na decisão de não recorrer, a primeira, ficar com uma imagem de não tentar melar o campeonato, ficar com uma imagem de não tapetão, coisa que outros clubes fizeram em outros tempos e tudo mais, esse é um ponto. O segundo ponto, como todos, pensar no amanhã. Tem mais 18 rodadas do Brasileiro, tem semifinal de Copa do Brasil, tem um monte de coisa pela frente”, diz Arnaldo.

“E o que acontece no ontem, é que a CBF na temporada 2020 reconheceu dois erros crassos envolvendo jogos do São Paulo. Então esse passivo está lá e o São Paulo sabe disso. A estratégia do São Paulo está lá, a CBF, que tem na presidência um conselheiro do São Paulo”, completa.

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