“Falar do Daniel é sempre um prazer. É um presente poder trabalhar com ele, uma alegria, um privilégio. Falo isso hoje e falo desde quando eu ouvia muitos de vocês dizendo que o Daniel não podia dobrar jogos, pela idade, porque estava sentindo, e agora está provado que isso não tinha nada a ver. O Daniel não se encaixa nessa lógica comum, ele nunca quis ser poupado. Nunca precisei tirar ele sequer de treinos. E ele começa antes e termina depois.

Ele agrega muito. O São Paulo talvez não sabia sequer o tamanho do potencial do jogador que ele havia contratado. Ele é uma pessoa especial. Ele joga como vive, com coragem, com prazer, intensidade e ele vive dessa mesma forma. Ele é muito solidário, um jogador coletivo e vive tentando ajudar os outros. Desde os mais experientes aos mais jovens. Então ele soma demais. Está jogando tudo o que sabe, o time também está correspondendo… Então, para mim, é super natural o que está acontecendo com o Daniel. Porque ele é um jogador muito grande e nos ajuda desde sempre. Ele melhora os jogadores, preocupa o adversário… É um jogador muito grande.”

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