As eleições do São Paulo estão chegando e no próximo dia 28/11, os sócios se reunião para votar nos conselheiros que estarão nos próximos anos representando a comunidade sãopaulina.

A 11 dias do encontro no clube, Julio revisitou recentemente a casa e o bairro em que cresceu.  Inevitável não lembrar de momentos distintos do que está perto de vivenciar hoje em que pode assumir a cadeira mais alta do São Paulo FC.

Julio enviou fotos e obteve relatos de alguns amigos de infância na Parada XV de Novembro. Veja: 

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Amigos comentam sobre a infância na rua Jeribatuba, sua integridade desde cedo, futebol de rua no campinho em frente à casa dele quando ele cresceu. Os dias de sãopaulino desde sempre. 

Gerson Caçapa, seu amigo de infância que saiu do mesmo lugar, jogaram bolas juntos, gravou até um vídeo lembrando da emoção dos tempos de meninos em que compartilhavam juntos os sonhos no futebol. Gerson virou jogador e hoje treina clubes na Europa e Julio virou gestor do São Paulo.

Histórias de encher carros para ir ao Morumbi nos domingos de tarde com a criançada, jogar botão com o São Paulo, uma história de amor presente no DNA, uma história de amor muito grande com o clube. Seus sonhos desde pequeno do clube muito vitorioso e de fazer parte disto no futuro. 
Julio comentou com o Blog a respeito: 

“Deus foi muito generoso comigo. Sair de um bairro pobre, distante do grande centro, conseguir estudar, trabalhar desde cedo, começando com 13 anos de idade, 4 profissões, uma carreira com êxito. Mesmo vindo de um bairro sofrido, hoje chegando a esta condição sem ser filho de conselheiro, sem berço de influências, ser fruto do puro amor de um torcedor que veio de baixo, das dificuldades e que sabe como significa o clube para essa criança que sempre ostentou muito amor ao São Paulo”

“Visitei recentemente a casa que morei, o bairro e a rua, muito emocionante lembrar de tudo e rememorar. Como todos os sãopaulinos, sonhei muito com um clube grandioso e aspirei muito por poder ajudar e estar com nosso clube como fiz ao longo destes anos. 

Dos dias jogando bola no campinho, as idas ao Morumbi, as conversas na rua, os jogos de botão, aquele sentimento de criança bom que hoje queremos resgatar em todos os tricolores. 

Só aumenta ainda mais a minha responsabilidade que já é enorme de fazer tudo pelo São Paulo e a torcida pode contar com uma gestão racional, profissional mas com o sentimento de dor e alegria que enche o coração de todos nós em derrotas e em vitórias. Vamos trabalhar demais para que sejam muito mais vitórias e obviamente títulos com respeito e respeitando a grandeza da instituição que amamos.” 


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