O Ministério Público de São Paulo (MPSP) arquivou, ontem (22), o inquérito sobre suposto crime de falsidade ideológica cometido pelo presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Marcelo Abranches Pupo Barboza. A investigação foi iniciada após denúncia do conselheiro do clube, Denis Ormrod. O UOL Esporte teve acesso ao documento que trata a promoção de arquivamento do caso.

A promotora de jutisça Margareth Ferraz França informou que “não há indícios suficientes de materialidade delitiva”. Ela alega que o Ministério Público entende “pela impossibilidade de se oferecer denúncia, na medida em que não há viabilidade da acusação”.

A alegação de Denis Ormrod é que o presidente do Conselho Deliberativo não registrou a pauta de um encontro dos conselheiros, ocorrido em 19 de dezembro de 2019, em ata da reunião. Os documentos foram analisados pelo Ministério Público e não constavam os erros indicados pelo conselheiro.

Denis Ormrod informou que os “conselheiros apresentaram indagações em relação as finanças, bem como reprovaram contratos de empréstimos bancários milionários, requisitando a realização de uma Assembleia Extraordinária para apresentarem tais fatos a serem discutidos, a qual ocorreu em 19/12/19”.

UOL

Conselho Deliberativo, Carlos Augusto de Barros e Silva (C), o Leco, presidente do São Paulo FC, com Marcelo Abranches Pupo Barboza (E), presidente do e Roberto Natel (D), vice-presidente do clube, durante o lançamento de sua candidatura à reeleição na sede do social do clube, na Zona Sul da capital paulista.