Desde a partida contra o Sport, no dia 23 de agosto, pelo Campeonato Brasileiro, o São Paulo conta com uma nova dupla de zaga. Diego Costa e Léo substituíram Bruno Alves e Arboleda há 11 jogos, porém, a mudança promovida pelo técnico Fernando Diniz não surtiu o efeito esperado na equipe.

Com os novos membros do sistema defensivo, o São Paulo sofreu nada mais, nada menos que 17 gols. Há oito jogos consecutivos o time vem sendo vazado e pode igualar a marca de dez jogos em sequência sofrendo gols, marca atingida pelo técnico Dorival Jr, em 2017.

“Quando falha, falha o sistema todo. No primeiro tempo, ficamos muito expostos aos contra-ataques. Tínhamos que sair para buscar a vitória, mas demos muito espaço. Na altitude o jogo lá virou 3 a 0, começamos com uma fase defensiva boa, mas nos perdemos no meio do caminho. O time todo marca, não são só os jogadores de trás”, afirmou Diniz.

A falta de experiência também foi citada como um fator fundamental para os fracassos do São Paulo em 2020. Com 16 jogadores do elenco formados nas categorias de base, Fernando Diniz vem apostando nas soluções caseiras para seus problemas na equipe, contudo, a molecada de Cotia nem sempre consegue corresponder à altura.

Neste ano, além da eliminação na fase de grupos da Libertadores, com direito a goleada sofrida para a LDU, por 4 a 2, o São Paulo também caiu nas quartas de final do Campeonato Paulista para o modesto Mirassol, em pleno Morumbi. Agora, resta ao São Paulo o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil – time também pode avançar à Sul-Americana se terminar a fase de grupos da Libertadores em 3º.

“Em termos de resultado nas competições, está ruim. Ano passado conseguimos a vaga na Libertadores, que era nosso objetivo, mas nesse ano fomos eliminados nas duas competições precocemente. Temos que seguir, o trabalho tem sido feito, temos ficado próximos das vitórias, mas elas não estão vindo. Temos que trabalhar para conquistar vitórias e títulos, temos outras duas competições para disputar ainda”, concluiu.

Gazeta Esportiva