Se a retomada da Copa Libertadores terá as equipes brasileiras em pleno ritmo de jogo com o encerramento dos estaduais e o início do Brasileirão, no caso do River Plate, por exemplo, o clube argentino não atua desde o dia 11 de março.

Apesar das condições consideravelmente adversas que o Millonario chega para o confronto diante do São Paulo no Morumbi na próxima quarta-feira (17) às 19h, o técnico Marcelo Gallardo preferiu não adotar uma postura de “vitimismo”, pelo contrário.

Para ele, além de não haver como culpar o Tricolor de ter acumulado maior número de partidas no pós-paralisação, a ideia é igualar o confronto no espírito de luta caso o ritmo de jogo comece a pesar em demasia.

“São Paulo não tem culpa por ter 12 ou 13 jogos. E mais treinamento do que nós. Quando pedi para voltar a treinar, foi para não ficar tanto tempo parado. É o mais difícil para um jogador de futebol. Se começarmos a achar que o rival tem mais rodagem, não vamos jogar. Vamos lutar”, assegurou Gallardo em entrevista coletiva.

Na outra partida do Grupo D, Binacional e LDU jogam nessa terça-feira (15) às 21h30 em Lima. Caso não haja um vencedor, o embate entre brasileiros e argentinos da próxima quinta pode ratificar a atual liderança do River ou transformar o São Paulo no novo (e isolado) ponteiro da chave.

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