Após o empate com o Santos neste sábado, o São Paulo terá que virar rapidamente a chavinha para o próximo confronto. Afinal, na quinta-feira, o Tricolor recebe o River Plate, no Morumbi, às 19h, em partida válida pela Libertadores. Enquanto os comandados de Fernando Diniz já estão atuando desde julho, os argentinos sequer disputaram um jogo oficial desde a paralisação por conta do coronavírus.

Apesar desse detalhe, o treinador do São Paulo não vê o time levando vantagem sobre o River, utilizando a própria irregularidade do Tricolor como exemplo.

“Eu não consigo fazer uma análise sob um ponto de vista único, ele pode oscilar ou pode fazer um grande jogo. Se a oscilação fosse só por conta da parada, conforme o tempo fosse seguindo a gente ia oscilar cada vez menos. Antes da pandemia tinham equipes que oscilavam. No ano passado, a gente oscilou muito mais do que neste ano no Brasileirão”, afirmou o técnico.

Além disso, Diniz não poupou elogios à equipe comandada por Marcelo Gallarado, projetando um duelo que exigirá muito do São Paulo.

“O que a gente tem que esperar do River é um time super competitivo e tarimbado, com um treinador ótimo, experiente. A gente vai ter que jogar no nosso limite para fazer uma grande partida. Eu não fico pensando se teremos uma vantagem por termos voltado antes. Isso é reduzir demais. É um fator que pode interferir, mas a gente não pode se basear nisso. A gente tem que procurar fazer o melhor jogo que puder para ter um grande resultado”, finalizou.

Com o empate no clássico, o São Paulo chegou aos 18 pontos no Campeonato Brasileiro, ocupando a segunda posição da competição.

Gazeta Esportiva