De acordo com o â€˜Globo Esporte’, o São Paulo deverá solicitar escolta policial em embarque antes de estreiar no Campeonato Brasileiro 2020. O clube quer proteger atletas e dirigentes de um possível novo vandalismo semelhante aos que ocorreram na última quarta-feira (29) e domingo (2). Os casos vieram, principalmente, depois do clube ser eliminado (3 x 2) para o Mirassol pela quartas de finais do Paulistão. Ademais, o Tricolor Paulista enfrentará o Goiás, às 16h (horário de Brasília),  no Estádio Hailé Pinheiro, em Goiânia (GO).

SÃO PAULO REGISTRA BO

Ainda na quarta, após o derrota em pleno Morumbi diante do Leão da Alta Araraquarense, um pequeno grupo de torcedores prostestaram em frente ao CT do clube, da Barra Funda. Assim, houve gritos de ordem e – inclusive – relatos de tiros. Um torcedor, que estava no protesto, relatou que os tiros foram disparados por seguranças do São Paulo. Em contra ponto, o clube informou que seus funcionários do clube não trabalham com nenhum porte de arma de fogo.

Para aumentar a tensão, no domingo, cerca de 15 pessoas chegaram em uma van e soltaram rojões e pedras no outro CT do time, em Cotia. Além disso, há relatos de que uma pedra atingiu uma vidraça do hotel onde o clube está hospedado. No momento do ato, a equipe profissional treinava – ela treina no local desde a última sexta-feira (31) -. Por fim, não houve identificação das pessoas. Depois do ocorrido, o clube registrou Boletim de Ocorrência por vandalismo e tentativa de invasão.

FERNANDO DINIZ

Até agora o departamento de futebol do São Paulo não pensa em trocar a comissão técnica. Após,  a diretoria já havia se manifestado a favor do treinador. Além disso, nesta última terça-feira (3), o meia e capitão Daniel Alves concedeu uma longa entrevista realizada pela Internet. Dentre suas considerações, o jogador saiu em defesa do técnico Fernando Diniz, de 46 anos. Por fim, o clube ainda disputa Libertadores e a Copa do Brasil nesta temporada que só acabarão em 2021.

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