A Seleção Brasileira de 1982, até hoje, é motivo de muita lembrança. Comandada por Telê Santana, a equipe é lembrada pelo futebol ofensivo. A derrota para a Itália, no triangular da fase quartas-de-final, é muito debatida e lamentada. Fernando Diniz utilizou aquele time para falar de diversos assuntos na última terça-feira (16), em entrevista ao podcast Os Canalhas.

A primeira metáfora feita por Fernando Diniz utilizando um assunto correlato foram as críticas ao esporte. “Ouço muito mais críticas ao futebol desde quando eu me formei. Desde a década de 1980, com o Telê, ‘bota ponta’, não bota, Alemão e Ézio no meio… muitas críticas. Falavam que nas décadas de 1970 e 1960 era melhor”, declarou.

O imediatismo também entrou na história. “Se não fosse imediatista, em 1982, a gente iria pedir uma manutenção sistematizada daquele time que encantou o mundo e que poderia ganhar de uma maneira facilitada a Copa do Mundo 1986. O imediatismo sempre esteve aí, não é algo dos tempos modernos. Desde quando eu me conheço, o torcedor exige resultados de uma maneira imediata”, disparou Fernando Diniz.

Lembranças

Mas… qual seria a memória de Fernando Diniz em relação àquela Copa? Ele responde. “Tenho marcas muito fortes do que aconteceu em 1982. Eu era torcedorzaço. Consegui ver todos os jogos no SporTV, gravei todos. Lembro quando ganhou, quando perdeu, do choro que teve após o jogo da Itália na Vila Ema, paredes pintadas, bandeirinhas… foi um grande evento. Ainda mais por estarmos próximos de sair da ditadura. Foi um momento muito marcante. Foi um jogo que encantou, por conta daqueles jogos fantásticos”

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