O São Paulo será representado por seu presidente, Carlos Augusto de Barros e Silva, em reunião nesta quinta-feira pela manhã com o prefeito Bruno Covas e com dirigentes do Corinthians, do Palmeiras e da Federação Paulista de Futebol. A ideia é apresentar o protocolo elaborado para o retorno gradual dos treinamentos e, consequentemente, do Paulistão.

A expectativa é de que os clubes recebam o aval para reiniciar os trabalhos na segunda-feira, dia que seria reservado para a primeira bateria de testes da COVID-19 em jogadores e membros da comissão técnica. Neste primeiro período, os treinos ainda não seriam coletivos. Em um segundo momento, já mais próximo do retorno dos jogos – que segue sem perspectiva -, novos testes seriam feitos e os atletas ficariam concentrados até o fim do Estadual.

Assim que for permitido, os jogadores do São Paulo vão se reapresentar no CT da Barra Funda, que já passou por algumas modificações para recebê-los da forma mais segura possível. No estacionamento, por exemplo, não há mais vagas lado a lado. Entre um carro e outro, ficará um espaço livre em que será colocada uma mesa com materiais de treino do atleta em questão, para que ele não precise ir até o vestiário junto com os demais.

A ideia, aliás, é que os jogadores não compartilhem o vestiário neste primeiro momento e façam tudo de forma individual. O Reffis também não será utilizado. Os equipamentos de academia foram colocados na área externa do CT, onde habitualmente ficam os jornalistas. Abrir o treino para a imprensa, aliás, está fora de cogitação.

Para a etapa de concentração, o clube deverá optar pelo CFA de Cotia, centro de treinamento de suas categorias de base que está completamente livre neste momento, já que todos os garotos foram liberados das atividades durante a pandemia.

A quarentena obrigatória no estado de São Paulo foi prorrogada novamente pelo governador João Dória, agora até o dia 28. No entanto, já há algumas medidas de flexibilização. O futebol, inicialmente, não está contemplado nestas medidas, mas a Federação Paulista e os clubes acreditam que é possível conseguir a liberação com base no protocolo de saúde montado.

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