São Paulo, assim como os demais clubes brasileiros, sofre financeiramente com o período de paralisação no futebol. Com redução no recebimento de patrocínios sem possíveis premiações, o Tricolor encontra seu “desafogo” na venda de Antony, que irá para o Ajax, da Holanda. A alta do euro pode render R$ 26 milhões a mais do que era previsto no momento da negociação.

No início do último mês, os rumores de que o time paulista estaria interessado no atacante Róger Guedes, atualmente no Shandong Luneng, da China, agitou os bastidores do Morumbi. Entretanto, o alto valor para tirá-lo do futebol chinês e o salário que seria um dos maiores (talvez o maior) do elenco, esfriaram as intenções são-paulinas.

Sem perspectiva de grandes contratações com o caixa “no liminte”, a estratégia da diretoria do clube é promover alguns atletas da equipe sub-20. Além desses “reforços”,  o atacante Gonzalo Carneiro já é esperado por Fernando Diniz e será reintegrado ao grupo principal depois de ter cumprido suspensão por doping.

“Tem jogadores que serão adicionados, como é o caso do Carneiro. Um ou outro jogador do sub-20 também. Conversei com o Diniz, é possível e provável que a gente deixe o nosso elenco um pouquinho mais numeroso porque, ao que tudo indica, vamos ter um calendário super curto, com jogos pouco espaçados, talvez quatro jogos por semana”, disse o gerente-executivo de futebol do Tricolor, Alexandre Pássaro, à Rádio Transamérica.

Alguns jogadores da base estão um passo a frente dos demais por terem tido a experiência de ser relacionados no time “de cima”. Os laterais Welington e Lucas Sena, o zagueiro Fasson, o volante Marcos Júnior e os atacantes Juan Santos, Maia Galeano, por exemplo, foram relacionados para o jogo contra o Botafogo-SP, no Paulistão deste ano.

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