Agradou! Fernando Diniz começou a temporada no São Paulo em baixa, com muitas críticas, rejeição da torcida e boas chances de deixar o cargo. Porém, o comandante conseguiu driblar a desconfiança e cair nas graças dos são-paulinos antes mesmo da parada do futebol – devido à pandemia do novo coronavírus.

O ‘Dinizismo’, nomenclatura dada pelo UOL Esporte, no entanto, não foi fácil de “pegar” e muito menos de mostrar sua real capacidade. Ou seja, a proposta ofensiva com pouca efetividade não convencia e pouco encantava. A falta de resultados e o fraco futebol apresentado colocavam o trabalho do treinador à prova.

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Em contrapartida, Diniz soube se transformar em meio aos xingamentos e críticas e ganhou confiança para seguir no cargo. Bancado pela diretoria, o treinador cativou o plantel e gradativamente foi ganhando o vestiário, além de ir se aproximando das arquibancadas e conquistando adeptos para seu modo de enxergar o futebol.

Com moral, o técnico conseguiu margem e paz para trabalhar, transformando assim a visão daqueles que o acompanham. Sem maiores cobranças, Fernando Diniz construiu uma base produtiva para amenizar os resultados ruins e mais confiança para implantar o “Dinizismo” – com direito a vídeo de apoio publicado pelo São Paulo.


Consolidado, Fernando Diniz trabalhar para tirar o Tricolor da fila e para trazer o grito de “campeão” novamente para o Morumbi.

Antonio Mota