“Espero um dia poder voltar e jogar tudo que sei que pelo SPFC que me acolheu e fez tudo por mim” diz Lucas Fernandes

(Photo by Alexandre Schneider/Getty Images)

São Paulo representa grande parte da história de Lucas Fernandes, que permaneceu seis anos nas categorias de base do Tricolor. O meia subiu aos profissionais depois de ser uma grande liderança técnica em Cotia, porém não conseguiu repetir no time principal o desempenho apresentado nas equipes juvenis.

Em entrevista exclusiva à Gazeta Esportiva, Lucas Fernandes não poupou elogios à infraestrutura de Cotia e minimizou o fato de alguns atletas não receberam chances na equipe profissional.

“Cotia tem uma estrutura única, exemplo mundial. Tive o privilégio de morar lá por seis anos. Eu acho que o São Paulo sabe aproveitar suas joias, sabe como ninguém revelar, mas é como um funil. Nem todos os jogadores conseguem a oportunidade de subir para o profissional e acabam indo para outros times e vingando em outras equipes”, afirmou Lucas Fernandes.

“Creio que o São Paulo vai sempre continuar a revelar grandes jogadores e tenho certeza que todos os meninos que sobem de Cotia têm totais condições de mostrar o que sabem no profissional do São Paulo, sendo vitoriosos e conquistando títulos, que é o sonho de todo garoto de Cotia”, completou.

Por fim, Lucas Fernandes falou sobre o que o Tricolor representa em sua vida. O meia também revelou a vontade retornar ao clube no futuro.

“O São Paulo significa muito na minha vida, porque foi o clube que me criou, me abriu as portas para o futebol e me fez amadurecer como homem. Sou muito grato ao São Paulo e a todos os funcionários que ali trabalham, um carinho e uma gratidão enorme pelo clube”, disse o jogador.

“Espero um dia poder voltar e jogar tudo o que eu sei pelo time que me acolheu e fez de tudo por mim”, finalizou.

Pelo Tricolor, Lucas Fernandes disputou 53 partidas oficiais e marcou dois gols. O jogador se despediu definitivamente do clube no ano passado, quando foi vendido ao Portimonense, do Portugal, equipe pela qual já havia atuado por empréstimo na temporada anterior, por um calor próximo a dez milhões de reais. O São Paulo permaneceu com 50% dos direitos econômicos do atleta.

Gazeta Esportiva

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