O centroavante Edinson Cavani ainda está definindo o seu futuro como jogador de futebol após o término da temporada europeia. Assim, muito rumores sobre o próximo clube do uruguaio são ventilados nos últimos meses, e agora um dos dirigentes mais influentes do São Paulo, Diego Lugano comentou em entrevista ao Club Octubre, da Argentina, que “antes do Boca, Cavani vem ao São Paulo”. Como resultado, qual a real possibilidade de isso acontecer, e qual seria sua melhor função no time de Diniz?

Questão financeira pode impedir Cavani de volta à América

O atacante do PSG já teve seu nome ventilado em diversos clubes atuantes na América do Sul, como Internacional, Flamengo, Palmeiras e Boca Juniors. Contudo, a mesma questão impediu que as conversas avançassem: salário alto. Atualmente, os vencimentos de Cavani giram em torno de 7 milhões de reais por mês, algo impensável para os padrões brasileiros. Assim, o atleta teria que reduzir – e muito – a sua pedida para atuar nas terras da Libertadores.

Melhor encaixe

A principal função de Edinson Cavani nos clubes no qual passou foi a de centroavante. Assim, o jogador brigaria – ou não – pelo comando de ataque, um verdadeiro “9”, contudo, pode exerção outro papel. Primeiro de tudo, o atleta apareceu de fato para o “planeta futebol”, na Copa do Mundo de 2010, onde a Seleção Uruguaia foi a grande grata surpresa ao chegar às semifinais.

Seu papel na Seleção naquela época e que se repete até hoje, é de um segundo atacante, revezando o comando ofensivo com Luís Suarez, e a dupla sempre se destacou e conquistou títulos, como o da Copa América, desta forma. Cavani poderia substituir o já vendido Antony, claro, de uma maneira completamente diferente, visto que a equipe perderia em velocidade. Todavia, o atleta tendo uma liberdade, e um revezamento com Alexandre Pato – algo parecido feito no ínicio do ano com Pablo, poderia ser mais produtivo à equipe.

Professor pardal?

Lembrando que no início da trajetória de Daniel Alves, muitos especialistas, torcedores e amantes de futebol questionavam a função do jogador como meio-campista, e o queriam na lateral. Porém, com uma melhora de ritmo de jogo, entrosamento e na questão física, o atleta se postou bem na função e hoje é o grande alicerce do meio-campo de Fernando Diniz, o que prova que as vezes uma “invenção”, mesmo que Cavani atue assim no Uruguai, pode dar certo.

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