Em meio às indefinições do futebol mundial diante do avanço do coronavírus, o São Paulo acertou a prorrogação do contrato com seu principal patrocinador, como adiantou o UOL Esporte. O clube tricolor renovou o vínculo com o Banco Inter até o fim do ano e, dessa forma, foi na contramão de alguns rivais. Pelo menos quatro grandes times sofreram consequências por causa da paralisação dos campeonatos e da diminuição da exposição de parceiros em seus uniformes. O Corinthians, por exemplo, viu três dos sete patrocinadores congelarem pagamentos.

Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco também perderam o apoio de um parceiro. O Azeite Royal ainda colocou fim no contrato que tinha com o Maracanã. A renovação entre São Paulo e Banco Inter começou a ser negociada ainda nos últimos meses de 2019. A parceria, que começou em maio de 2017, foi estendida até o fim da gestão do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. O contrato se encerraria no dia 30 de abril.

O acerto ajuda o São Paulo em um momento de indefinições em relação ao contrato com a Adidas, que fornece o material esportivo desde 2018. A diretoria financeira do clube já está ciente de que o pagamento mensal pode ser adiado pela empresa diante da falta de jogos. A renovação com o Banco Inter deve refletir também na permanência da MRV, que aparece na omoplata do uniforme do São Paulo. As duas empresas têm os mesmos donos. O vínculo com a MRV se encerra em junho deste ano. Existe ainda uma outra pendência, com a AOC, marca que fica no peito da camisa. O contrato se encerrou no fim do mês passado, mas a empresa continua com visibilidade no site do clube.

O São Paulo conta com nove parceiros para o uniforme da equipe: Banco Inter (máster), MRV (omoplata), AOC (peito), Urbano (mangas), Gazin Colchões (barra traseira), SPFC Chip (calção frontal), Cartão de Todos (calção frontal), Betsul (calção traseira), Cimento Cauê (mangas).

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