A volta de um ídolo para uma final, um jovem que chegou para ser quarto goleiro e virou M1to, um “pacotão” improvável e veteranos decisivos. São muitas as histórias de contratações que deram certo na história do São Paulo.

Onefootball listou cinco das contratações mais decisivas da história tricolor.

Raí

Raí foi contratado junto ao Botafogo-SP em 1987 e demorou engrenar, até virar ídolo com as conquistas dos anos 1990.

Mas foi a contratação mais impactante foi a segunda. O ídolo já veterano retornou da França para o Tricolor e foi direto ao segundo jogo da final do Paulista em 1998. Funcionou. Ele abriu o placar para o 3 x 1 que terminou com o título do São Paulo sobre o rival Corinthians.


Cuca e o “pacotão” de 2004

Depois da boa campanha no Goiás em 2003, Cuca foi contratado pelo São Paulo em 2004 e com ele também vieram Fabão, Danilo e Grafite. O treinador foi apresentado com um “pacotão” de reforços que ainda tinha Cicinho, do Atlético-MG, Júnior, do Parma, Rodrigo, da Ponte Preta, e Vélber, do Paysandu.

Quase todos chegaram sem custo e sob muita desconfiança. Cuca deixou o Tricolor após a eliminação na Libertadores, mas a maioria dos reforços daquele “pacotão” formou a base do time que viria a conquistar a Libertadores e o Mundial de 2005.


Rogério Ceni

Muita gente pensa que Rogério Ceni sempre defendeu o São Paulo desde a infância, mas a verdade é que o goleiro chegou a jogar pelo Sinop, do Mato Grosso, antes de chegar ao Tricolor com 17 anos.

Rogério era o quarto goleiro do São Paulo, mas foi ganhando espaço, principalmente após a trágica morte de Alexandre, goleiro titular da base. A perda acelerou a promoção de Ceni e, após a saída de Zetti, em 1996, assumiu o gol do São Paulo para virar o M1to.


Amoroso

A chegada de Amoroso para a fase final da Libertadores de 2005 mudou o destino do São Paulo na competição. O experiente atacante foi decisivo nas partidas mais difíceis, a semi contra o River Plate e a final contra o Athletico-PR.

Amoroso ainda teve atuação fundamental nos dois jogos do título Mundial em 2005. Foram só 26 jogos, mas 18 gols importantíssimos com a camisa tricolor.


Toninho Cerezo

O volante Toninho Cerezo chegou ao São Paulo com 36 anos em uma época em que muitos jogadores encerravam a carreira antes mesmo de atingir essa idade.

No Tricolor, a experiência dele foi fundamental nas conquistas do Mundial de 1992, e na Libertadores e Mundial do ano seguinte. Além de dominante no meio-campo, Cerezo ainda fez um dos gols na vitória sobre o Milan, em 1993, e do Paulista de 1992 sobre o Palmeiras.