O garoto passou quase um ano emprestado ao Flu, que o contratou a pedido do próprio Diniz no início do último Campeonato Brasileiro. O jovem atacante, no entanto, acabou sendo pouco utilizado.

Foram seis jogos pelo time carioca — três como titular e três saindo do banco de reservas —, nenhum completo. Brenner também não marcou gols e, após a demissão de Diniz, causada por uma derrota por 1 a 0 para o CSA no Maracanã na 15ª rodada, o garoto não entrou mais em campo.

Diniz confia que pode resgatar o atacante que gerou tantas expectativas quando foi promovido por Rogério Ceni em 2017. Naquele ano, pelo time sub-17, tinha média de mais de dois gols por jogo. No profissional, porém, ficou marcado muito mais pela instabilidade — dentro e fora de campo — e registra apenas cinco gols em 30 partidas.

Pesam a favor de Brenner o estilo mais móvel para ser centroavante e a possibilidade de ser usado como ponta. Diniz admira essa versatilidade, mas sabe que precisará trabalhar bem o lado psicológico do jovem de 19 anos, que já recusou ser usado no time sub-20 em 2018 e ainda sofreu com o emocional dentro de campo em dois episódios: saiu chorando por jogar mal contra o Paraná Clube e foi expulso por revidar entrada dura em adversário do Colón.

UOL