Aposta em Jardine mas de olho em Abel, São Paulo já foca 2019

O São Paulo não trabalha para a contratação de um substituto para Diego Aguirre, demitido no último domingo (11) O clube vai deixar André Jardine, que era auxiliar do profissional, dirigir a equipe nestas últimas cinco rodadas do Campeonato Brasileiro. No entanto, a diretoria ainda não tem certeza de quem será o técnico do Tricolor em 2019.

Por acreditar no potencial do treinador que comandava os times da categoria de base até o início deste ano, o executivo de futebol, Raí, e os demais integrantes do departamento de futebol torcem para que ele obtenha bons resultados nesta reta final do Brasileirão. No entanto, há no clube quem acredite que Jardine, de 39 anos, não tenha experiência suficiente para comandar um time do porte do São Paulo.

Até mesmo por isso, o clube não chegou a conversar com outros treinadores e a discutir, efetivamente, sobre quem será o técnico em 2019. Mas alguns nomes e possibilidades aparecem na mesa. A ideia, caso Jardine não apresente o trabalho esperado, é de trazer um treinador tarimbado, mas sem fazer apostas consideradas arriscadas. Desta maneira, um estrangeiro não está em pauta agora. Nos últimos anos, o clube trabalhou com o colombiano Juan Carlos Osorio, com o argentino Edgardo Bauza e com o uruguaio Aguirre.

O perfil de treinador que agrada a todos dentro do departamento de futebol é o de Abel Braga. Quando Dorival Júnior foi demitido, em março, esse já era um nome que era bem avaliado pelo presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, e por Raí. Na época, o clube preferiu contratar Aguirre, que havia sido indicado pelo superintendente de relações institucionais, Diego Lugano.
Abel é especulado também no Flamengo, que não sabe se vai manter Dorival Júnior à frente do time em 2019. No entanto, vale ressaltar que o São Paulo só vai efetivamente discutir nomes e ir ao mercado depois do fim do Brasileirão, caso Jardine não obtenha êxito.

UOL

28 comentários

    • Essa falta de convicção por parte da diretoria é que me incomoda. Se não era para acelerar o processo de contratar Abel e planejar o SP para 2019, não tinha por que mandar Aguirre embora.
      Está na cara que estão testando o Jardine, ou seja, não confiam de fato nele ainda para efetivá-lo.

  1. Outra oportunidade que provavelmente vão deixar passar.

    GE

    Tiago Volpi se diz atraído para voltar ao Brasil em nome do sonho de jogar na Seleção.

    Perto de naturalização e ouvindo pedidos para defender seleção mexicana, goleiro ex-Figueirense pensa em retorno em busca da visibilidade: “Me seduz muito essa ideia”

  2. Abel é o nome pra 2019. Jardine tem um futuro promissor, mas com o elenco e clima atual vai ser fritado.
    Infelizmente tenho que reconhecer que precisamos de um técnico de pulso e não um estudioso. É issso, SPFC virou um spa.

    • A torcida precisa cobrar os jogadores para pararem com esta mentalidade de quinta série e jogar mais bola.

      Cobrar tb a diretoria para um melhor planejamento para 2019. Se não, será mais um ano pro brejo.

      Temos que apoiar o Jardine, que os jogadores chinelinhos já estão arrumando desculpa para não jogar, seja por contusão ou arrumar expulsão em campo de forma desnecessária

    • Sigo mais ou menos pelo mesmo caminho.
      Precisa de um cara com mais experiência e currículo. Jardine é bom e sei que chegará a vez dele mas, nesse momento, entendo ser melhor vir alguem mais tarimbado.

  3. Casa da Mãe Joana: presidente fraco, diretores inexperientes, elenco mal montado. Acho que nesse roteiro o Jardine que entende de como lidar com inexperientes pode ter sucesso, ele é mais capacitado e campeão que o proprio Ceni.

  4. Lucas Perri no Paulista? Ótima ideia, mas acho improbabilíssimo de ocorrer… sabemos que dirigentes são políticos ao extremo. Se isso não for falácia tbm. Seria um bom momento para realmente ver o que o rapaz é capaz de fazer. Eu apoiaria tranquilamente. Maaas, acho que deve vir algum nome duvidoso e tomar posição…

    • Já disse e repito: por mim o time do paulista seria formado pelos atletas da base e pelos não titulares do atual plantel. E incluiria no máximo 5 atletas dos titulares.
      Os titulares eu estenderia a pretemporada e deixaria para usá-los na Libertadores, Copa do Brasil e Brasileirão.

  5. São Paulo precisa de elenco. Não vai ser campeão devido ao elenco fraco e limitadíssimo em todas as posições, ninguém é 100% confiável, desde o goleiro ao atacante. Quem deveria resolver faz “biquinho”. Essa é a rotina do sempre decadente São Paulo, acostumado aos fracassos. Lamentável. Mas vamos lá…Segue o lider… de novo vai dar porco enquanto nós só colhemos tristeza. Quem foi que se apequenou em Seu Aidar?

  6. Estou na torcida pelo Jardine, o time da base era ofensivo e tocava bem a bola. Talvez agora o Toró e Antony tenham chance.

    Acho que o Flá perde para o Santos hoje, então Dorival Junior não será técnico do Flá em 2019. Flá vai atrás do Abel… Então vou continuar torcendo pelo Jardine.

  7. E o Cruzeiro querendo Dodô e B. Henrique ambos do santos.
    Nada como ganhar títulos e ter dinheiro, e o SP ainda indeciso em relacao ao treinador, imaginem se há planejamento.

  8. Penso que o Jardine não seja o nome ideal para o comando técnico do time , na minha opinião seria uma enorme precipitação.

    O São Paulo precisa de um técnico experiente ,tarimbado, e que tenha a exata noção das condições e limitações do elenco.

    Não podemos nos iludir o São Paulo hoje em dia não tem o mesmo poder de investimento que times como o Palmeiras, Flamengo, Cruzeiro , Grêmio, Internacional, pela ordem de potencial financeiro. A tendência é que times mais bem montados e com poder de investimento maior estejam mais próximos das conquistas , pois já possuem bons times, elencos e ainda irão fazer novas aquisições tornando ainda maior a diferença técnica.

    Pelas entrevistas do Jardine e pelo o que ele pensa de futebol, com times que propõem o jogo , equipes que saem pro jogo ele irá precisar de pé de obra , pois não se faz omeletes sem ovos , e penso que o São Paulo ainda não poderá fazer tais investimentos.

    E aí pode ser o grande equívoco do Jardine , assim como foi o do Fernando Diniz no Atlético Paranaense, tentar fazer algo e jogar de uma forma que o time não esteja preparado para entregar, e sem o estofo e a experiência necessária as chances de se queimar com uma torcida desesperada por títulos serão enormes.

    O treinador ideal ao meu ver seria o Cuca que é um profissional experiente e com muito mais bagagem , tipo de técnico que sabe se adaptar ao elenco que tem e armar esquemas para extrair o melhor do que o time que tem mãos pode oferecer.

    São Paulo esse ano não montou time para ser campeão , ao contrário de Palmeiras, Flamengo, Cruzeiro, Grêmio. Montamos time para meio de tabela em diante e até aqui estamos além das expectativas porque o futebol proporciona esse tipo de coisa pois nem sempre o melhor ganha. E mesmo sem investir para título estamos em crise e acabamos de demitir um treinador a 5 rodadas do fim da competição.

    Precisamos de um técnico que arme um sistema defensivo sólido , time aguerrido, que jogue sempre muito próximo do limite, assim como é o Atlético de Madrid na Espanha que dessa mesma forma com investimentos muito menor que seus principais concorrentes conseguiu bater de frente e fazer bons papéis nas competições. Pelo menos até o clube se reestruturar de vez e alcançar o mesmo nível de investimento que seus principais adversários.

    • – Fala que precisa de um técnico que arme um sistema defensivo sólido
      – Acha Cuca o técnico ideal

      Ou um ou outro. Cuca passa longe de ser um técnico que monte bons sistemas defensivos.

      • Pois é…. Gostei do desenvolvimento da idéia mas a vinda de Cuca não é exatamente a de um cara que monte sistemas sólidos de defesa.
        Que tal o Felipão?? Rsss
        Brincadeira a parte, mas temos
        que buscar um cara com esse perfil mesmo…

      • Caros amigos no texto apontei um sistema sólido defensivo como uma das características e a parte que cabe a Cuca , a meu ver , seria entre outras a de ter o discernimento de se adaptar ao elenco, ter experiência e tarimba para montar um time forte e competivo, assim como acabou de fazer com o Santos, que antes de sua chegada vivia um momento muito difícil na competição.

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