“São Paulo era gerido por amadores e os jogadores se aproveitavam disso” afirma Muricy elogiando o trio de dirigentes do clube

Aguirre participou do “Bem, Amigos”, do SporTV, e falou sobre o companheirismo de seus atletas. Para ele o momento seria outro caso o time estivesse entrosado em campo, mas mal fora das quatro linhas.

“Nós temos uma ideia, mas acho que o principal é que os jogadores estão comprometidos, estão vendo uma oportunidade boa. Para você ter uma equipe que ganha, tem que ter um bom vestiário, um bom relacionamento de treinador com os jogadores, e também com a diretoria. Não dá para estar bem no campo e mal no vestiário. É difícil ganhar alguma coisa”, afirmou.

Muricy Ramalho, ex-técnico do São Paulo e hoje comentarista, argumentou que o clube hoje tem dirigentes, no caso Raí, Lugano e Ricardo Rocha, que blindam problemas de jogador com técnico e por isso não há polêmica quanto a irritação dos atletas.

“Sabe qual uma coisa importante? O São Paulo antigamente era dirigido por amadores, a verdade é essa. Eram caras que amam e adoram o clube, mas não são profissionais. Jogador é muito esperto, ainda mais quando o técnico não o coloca para jogar, reclama quando sai. Mas o que acontece? O São Paulo tem uma diretoria hoje que jogou. Não dá para reclamar hoje com Raí, Lugano e Ricardo Rocha”, ressaltou Muricy.

“Porque sabe que o jogador vai encostar neles e não vai ter ouvido. Então tudo que acontece hoje no São Paulo já chega ‘mastigado’ para o treinador. Esses três caras são importantes no momento do São Paulo”, emendou Muricy, que ouviu Diego Aguirre concordar.

“Isso que Muricy falou é verdade. Quando acontece alguma coisa os primeiros que vão arrumar as coisas são Raí, Lugano e Ricardo. Porque eles foram campeões, foram craques. Então para mim é muito importante, eles estão aí para ajudar e estamos juntos fazendo um trabalho que é de todos”, creditou o uruguaio.

Torcedores.com

20 comentários

  1. Eu venho citando isso a muito tempo. Lembram do “quarteto fantástico” apelidado pelos jornalistas na época que tinhamos Kaká, Pato, Ganso e Kardec?? Taí, outro quarteto “fantástico”.

  2. Pois é, aos poucos as verdades que a gente especulava e desconfiava vão vindo a tona, nada como uma liderança de campeonato para espantar os esqueletos do passado….

  3. Gabriel Fuhrmann

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    @gabrielfuh_
    18s18 seconds ago
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    É bem provável que o zagueiro Rodrigo, de apenas 20 anos, esteja com o grupo em Minas Gerais para enfrentar o Atlético-MG. Ele chegou ao São Paulo em 2013, deixando o Bahia logo após uma convocação para a Seleção sub-15. Seu contrato vai até dezembro deste ano.

    Precisa renovar esse contratinho antes de jogar no profissional, hein…

  4. O time titular do SP é ótimo…mas agora com contusões aparecendo e suspensões…vemos que o elenco não é grande coisa…

    o goleiro
    Bruno Peres
    Arboleda
    Bruno Peres
    Reinaldo
    Juscilei
    Hudson
    Nene
    Everton
    Rojas
    Diego Souza

    Time fera…não deve nem pra Crefisa q tem tanto dinheiro…

    Mas quando começamos a pensar em elenco…é difícil…

    Gol – já desisti

    Zaga – se tem 1 machucado, suspenso ou convocado…ficamos com 1 reserva…e não precisa ser bom não…só ser zagueiro

    Lateral – Edimar de um lado e alguém improvisado na direita (apesar que Regis voltou agora)

    Volante – até que OK..Lizieiro e Luan…(sendo que Lizieiro já ta pensando la fora)

    Meia – esse nem se fala…só temos 1 meia no elenco…e ele tem 38 anos

    Pontas – Everton Felipe…e quem mais? Caique, Toro, Brenner?

    CA – OK, Trellez e Carneiro…

  5. Sim, é verdade, o São Paulo estava sendo administrado por amadores. Muita coisa ainda tem que mudar na administração, na equipe técnica, na contratação de jogadores e na formação da base, em Cotia.

    Veja o Lucas Fernandes. Ele foi campeão em virar e virar no campo, dar passa para atrás e só fazer sombra na marcação, sem dar o bote nem dividir nenhuma jogada; trouxe uma quantidade enorme de vícios da base. Shaylon está indo para o mesmo caminho e, se continuar assim, sem criatividade, no fim do ano terá o mesmo destino. Liziero, por sua vez, também da base, hoje é uma incógnita: bom tecnicamente, mas sem condição física e sem pulmão para o futebol ágil de hoje. Em muitos, sempre falta algo de capital importância para vingar no profissional.

    Os jogadores da base, salvo o Militão, não se completam quando sobem ao profissional. Algo tem mudar na também base e o Aguirre sabe disso. Para o próximo ano, o técnico fará algumas exigências nesse sentido e buscará formar um plantel ao seu estilo. Jardine conhece bem a base e é bom auxiliar, mas precisa aprender mais no profissional e levar à base um novo conceito de selecionamento e formação de atleta, condizente ao mundo profissional a ser enfrentado depois. Isso tudo é profissionalismo e faz parte daquilo que Muricy se refere.

    • O Pai do Militao era jogador, então mantinha o cara na linha e aprendendo.
      O mesmo aconteceu com o Neymar.

      Jogador que sobe, se não tiver mentor e alguém que cobre crescimento, se perde.
      Principalmente porque joga pouco.

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