Volante Luan, aposta de Ricardo Rocha na base, deve ser relacionado pela 1a vez no clássico

O São Paulo vendeu Petros durante a Copa do Mundo, voltou ao Campeonato Brasileiro sofrendo com lesão de Jucilei e expulsão de Araruna. Assim, a posição de volante se tornou um problema para o técnico Diego Aguirre, que já pensavaem reforçar o setor antes desses obstáculos. Enquanto o clube não vai ao mercado, a solução imediata pode estar em casa.
Com apenas 19 anos, o volante Luan será observado de perto pela comissão técnica do profissional nos próximos dias. O garoto faz parte da equipe sub-20 do Tricolor, que neste ano foi finalista da Copa São Paulo e faturou a Copa doBrasil da categoria, e também tem sido convocado para a seleção brasileira. Na última quinta-feira, ele já participou das atividades do elenco principal no CT da Barra Funda.
Como havia jogado na quarta pelo Brasileirão Sub-20 – o São Paulo perdeu no Morumbi por 1 a 0 para o Coritiba -, Luan esteve junto dos titulares que derrotaram o Flamengo no Maracanã. Nesta sexta, ele deve ir a campo e tem boas chances até de ser relacionado pela primeira vez. E já em um clássico contra o Corinthians, marcado para as 21h de sábado, no Morumbi. A possibilidade de convocar Luan para o Majestoso da 14ª rodada passa pelo fato de que Hudson e Liziero são os únicos volantes à disposição de Aguirre e devem ser titulares. O jovem ficaria no banco para uma eventual necessidade. No sub-20, ele costuma ser o primeiro homem de marcação, mas tem boa chegada ao ataque. Na Copinha deste ano, marcou golaço de fora da área contra o Internacional.
Luan Vinicius da Silva Santos nasceu em 14 de maio de 1999, em São Paulo.
UOL

21 comentários

  1. Bom jogador, tomara que consiga sequência, o time precisa de um volante que faça as duas funções. Amanhã eu espero uma vitória, e de preferência por mais de 3 gols de diferença e sem levar nenhum.
    Seria mais um “cala a boca” na imprensa, que mesmo em boa fase coloca o SP como inferior as galinhas. Não é hora de amarelar, espero ver todos os jogadores ligados, com a mesma vontade, e principalmente aproveitando as chances criadas.

    • O SP poderia fazer um tipo de contrato com gatilhos para a base.
      Por exemplo, ganha 10 mil na base, se subir pra treinar com o profissional passa a 15 mil, se virar titular ganha 40 mil, se fizer mais de 20 jogos de titular passa a 100 mil com renovação automática.
      Não sei até que ponto a renovação automática é juridicamente possível, mas mercadológicamente seria otimo

  2. Eu ja relacionava o Toró tb (ou Helinho) e colocava se fosse preciso infernizar ou se estiver uns 3×0… a hora é essa

    • Sem o Éverton, o Toró caberia nesse jogo. Mas Aguirre vai preferir dar oportunidade aos que já treinam com ele. Além de Trellez, LF e Brenner devem disputar essa vaga. Caíque, por não ter sido relacionado no último jogo, deve estar atrás até do Paulinho.

  3. Respondendo ao @Denis Rodrigues sobre o Militão:

    Mas é inviável renovar com todo mundo que sobe e faz 2-3 jogos bons. Também é difícil apostar em uns sem deixar os outros infelizes. O SPFC tinha um procedimento, não sei se ainda existe e os valores devem estar desatualizadas, mas a base ganha 10 mil, virou titular do principal ganha 40mil, foi convocado ganha 100 mil. Aí pelo que acompanhei, o clube tentou renovar várias vezes.

    • Ai que tá, eu não discordo da direção em relação a renovação, inclusive elogiei a postura em relação ao Bisolli que não está aceitando renovar nesses moldes. O erro crasso foi dar vitrine ao jogador que não queria renovar, se tivessem dado um gelo, leia-se colocar no banco ou mandar de volta para o sub20 (Logo no inicio de sua ascensão) deixando claro sua insatisfação, não tenho a menor dúvida que ele teria renovado pois teria muito mais a perder do que a ganhar endurecendo a renovação contratual.

  4. Continuando o raciocínio do comentário anterior…

    Mas concordo que o clube tem sempre ficado refém, não só da base. O jogador exige contrato de 4-5 anos. Se joga mal ou se lesiona, o clube tem que continuar arcando. Se o jogador destaca, ele pede aumento, senão faz corpo mole/força saída e prejudica o time de uma forma ou outra. Em contrapartida dificilmente o jogador que o clube brasileiro pode contratar ganha jogo sozinho ou tem poder de marketing pra trazer retorno (Por exemplo o Grêmio, que contratou o Kléber, comprou dele o direito sobre o nome “Gladiador”. Aí o jogador se lesionou. Zero retorno. Muito azar para uma boa iniciativa de marketing).

    Infelizmente o mercado se adaptou pra isso e tá funcionando assim. Tá todo mundo ganhando, menos o clube e o torcedor.

  5. O dia que o Luan estrear no profissional, nunca mais o Araruna joga de segundo volante. Ele é moderno, tem chegada na área e chute à gol. Na base ele já foi escalado de 1º volante, mas prefiro o Cássio nessa função.

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