Presidente do São Paulo, negocia “quarentena” com a oposição

Presidente do São Paulo, Leco tem se encontrado com representantes da oposição para discutir detalhes da mudança estatutária que foi proposta no Conselheiros Deliberativo. A medida tem como objetivo vetar que conselheiros possam assumir cargos remunerados.

A alteração sugerida por Leco, porém, não incluiria quem está nesta situação atualmente. quem já recebe salário permaneceria em sua função executiva e entregaria o cargo para voltar ao Conselho apenas seis meses antes da próxima eleição. A oposição ainda não respondeu.

UOL

24 comentários

  1. Lá no São Paulo Futebol Clube para a felicidade de todos os adversários não há oposição.O regime lá, é um banod de velhos que se apoderaram do clube. Muitos deles nem sãopaulinos são. Como Juvenal Juvêncio, curintiano até os 30 anos, são são paulinos por conveniência. Estão parados no tempo e no espaço. O Estadio do Morumbi, não precisa de uma reforma radical, Nosso estádio precisa de um bom estacionamento. É uma aberração o conselheiro vitalício ter cargo com remuneração. Isso nunca deveria ter existido. O que o São Paulo mais precisa politicamente falando, é de sua libertação. Eleições para presidente com votos dos sócios torcedores. Eles pagam pra torcer.

  2. besteira….assunto irrelevante…..deixa os caras.

    isso nao faz gol, nao defende penalti, nao ataca, nao defendo, nao passa……etc.

    leco só precisa fazer uma coisa. trazer paulo henrique maestro ganso.

    isso sim importa

    é só futebol. nao tem pq ficarmos ligando pro que fazem ou deixam de fazer la dentro

    ninguem aqui tem nada a ver com isso

  3. Normal essa quarentena. Na verdade, está mais próximo de direito adquirido e princípio da irredutibilidade de vencimento (quando entrou era remunerado e não pode alterar isso enquanto existente o vínculo)

  4. Atenção dirigente: fala-se que outras “quarentenas” são também necessárias no futebol. O vício é um problema sério a ser resolvido em todos os clubes. Vira e mexe volta à baila casos incríveis. Chega de colocar panos quentes que nada resolvem. Nenhum jogador pode prejudicar o clube pelo vício de fumar, beber ou cheirar. Assim, jogadores com histórico comprometedor teriam de fazer exames específicos e antidoping toda semana no Departamento Médico dos clubes. O jogador positivado deveria ser afastado dos jogos oficiais e tratado no DM até a perda do vício. A reincidência exigiria a adoção de medidas mais incisivas para normalização. Não tem sentido haver no plantel profissional quem não se comporta como tal. Trata-se de um problema de saúde que precisa ser resolvido em benefício do próprio atleta e sem prejuízo do clube, o que exige muito esforço e empenho por ambas as partes. Toda atenção é necessária.

Deixe uma resposta